ESTUDANTES DO ENSINO NOTURMO TÊM PIOR DESEMPENHO ESCOLAR

ESTE É UM TEMA QUE MERECE ESTUDOS APROFUNDADOS E ATENÇÃO POR PARTE DOS SISTEMAS DE ENSINO

 

Estudantes do ensino noturno têm pior desempenho escolar, aponta pesquisa

Disparidade entre idade e série e menor tempo de aula são alguns dos fatores que contribuem para esse cenário

Um terço dos 7,2 milhões de alunos de ensino médio matriculados na modalidade regular da rede pública estadual estuda à noite. Apesar de o número de matrículas cair cerca de 2% ao ano desde 2010, a quantidade de 2,3 milhões de inscritos nesse turno é muito expressiva, ainda mais quando o desempenho dessa parcela de estudantes é comparado ao das demais turmas. Pesquisa do Instituto Ayrton Senna, com o objetivo de entender melhor essa realidade, que avalia uma série de características dos períodos diurno e noturno, revela diferenças acentuadas. Read more →

26
Jul 2015
AUTHOR Villas Boas
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MOVIMENTO PELA BASE NACIONAL COMUM

É preciso acompanhar criticamente o Movimento pela Base Nacional Comum pelo site: http://www.movimentopelabase.org.br

 

 

 

21
Jul 2015
AUTHOR Villas Boas
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CARTA ABERTA AO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

 

Carta aberta vai ao Ministro

Publicado em 19/07/2015 por Luiz Carlos de Freitas no blog do Freitas

Carta aberta com mais de 2.000 assinaturas de educadores brasileiros está sendo encaminhada ao Excelentíssimo Sr. Ministro da Educação. No documento os educadores se posicionam pela rejeição das propostas formuladas no documento preliminar da Secretaria de Assuntos Estratégicos, no âmbito do programa Pátria Educadora e conclamam o Sr. Ministro da Educação para que se junte a esta luta.

Baixe aqui o documento com as assinaturas.

 

FALTA ACOLHIMENTO E AJUSTE DA ESCOLA AO ALUNO NO ENSINO MÉDIO

Jornal da Ciência, 18/07/2015

Falta acolhimento e ajuste da escola ao aluno no Ensino Médio, afirma Secretário de Educação Básica do MEC

Ensino Médio no Brasil foi tema de mesa redonda na Reunião Anual da SBPC na qual especialistas debateram sugestões para melhoria do sistema escolar

Que ensino médio queremos? Esta foi a pergunta-tema da mesa redonda que aconteceu na tarde de ontem (15/7) no Teatro Florestan Fernandes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A mesa reuniu o Secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Manuel Palácios da Cunha e Melo; José Fernandes de Lima, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE); e a professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) Sandra Lucia Escovedo Selles.

“O Ensino Médio nunca foi uma unanimidade no Brasil e temos de enfrentar essa questão”, declarou o coordenador da mesa redonda, Carlos Roberto Jamil Cury, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que também participou das discussões. Read more →

18
Jul 2015
AUTHOR Villas Boas
CATEGORY

Ensino médio

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POSICIONAMENTO LÚCIDO DE MARIA ALICE SETUBAL

Pode haver vida inteligente nas ONGs

Publicado em 10/07/2015 por Luiz Carlos de Freitas no blog do Freitas

Maria Alice Setubal, do CENPEC, está na Folha de hoje (10-07-15) com um artigo chamado “Que plano o governo tem para a educação?”. O texto responde à questão colocada e prova que há vida inteligente nas ONGs. Maria Alice apresenta uma compreensão do problema educacional que não tem nada a ver, em nossa opinião, com a política autoritária de Viviane Senna, do Instituto Senna. Destaco alguns aspectos:

“Não há o que comemorar depois de um ano de vigência do PNE. (…) o Ministério da Educação não apresentou até agora um conjunto de medidas que induzam Estados e municípios a se comprometerem com as metas. Ao contrário, assistimos surpresos à discussão de um plano desenvolvido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos – SAE – que não dialoga com o MEC nem com o PNE.”

Recentemente, estive com autoridades do MEC em um seminário e elas continuam dizendo que o documento da SAE é preliminar e que não há posicionamento do MEC. Mas, pergunta-se, está pelo menos havendo algum estudo para que haja tal posicionamento? Se não há, e parece não haver, então esta afirmação torna-se apenas uma fuga do problema e não um enfrentamento do mesmo. Há quase três meses que o MEC repete a mesma coisa.

“Não é preciso começar do zero ou nos valer de referências externas. Há experiências colocadas em prática por escolas e, especialmente, por redes de ensino que podem apontar caminhos…”

“A crise educacional não será superada sem o envolvimento dos professores. Não bastará um novo currículo, inclusão de inovações tecnológicas, expansão da educação integral e de políticas de equidade e respeito à diversidade cultural sem profissionais capacitados. Esse ponto exige uma revolução na educação por meio de uma política de valorização que inclua plano de carreira, salário e mudanças estruturais na formação inicial e continuada.” Read more →

EM DEFESA DE NOSSAS CRIANÇAS E JOVENS

Em defesa de nossas crianças e jovens

Aqui vai um modelo de lei que precisamos começar a discutir no Congresso, nas Assembleias Legislativas dos Estados e nos municípios  brasileiros. Trata-se de lei corrente nos Estados Unidos e que dá o direito aos pais ou tutor de uma criança ou jovem a solicitar a exclusão de seu filho dos sistemas de avaliação de larga escala. Vamos falar com Vereadores, Deputados e Congressistas que sejam simpáticos a esta causa.

Esta legislação deve conter no mínimo os seguintes elementos:

(1) Não obstante qualquer disposição em contrário, qualquer pai ou tutor de um aluno em qualquer escola pública ou escola terceirizada terá o direito de optar por retirá-lo da avaliação de larga escala (municipal, estadual ou nacional), seja ela uma avaliação de conhecimentos, competências ou socioemocional.

(2) O pai ou responsável deve notificar a escola do aluno por escrito pelo menos uma semana antes do exame agendado. As escolas estão obrigadas a obedecer a solicitação feita em tempo hábil e proporcionar atividades educativas alternativas para esta criança durante os testes.

(3) Não haverá repercussões acadêmicas ou disciplinares, verbais ou nos registros do aluno por ele ter optado por não participar na avaliação.

(4) Os órgãos responsáveis pelas avaliações deverão manter um banco de dados confidencial para registrar e acessar as solicitações de retirada de alunos da avaliação sob sua responsabilidade.

(5) Os órgãos responsáveis pelas avaliações devem informar o número de alunos que se retiraram das avaliações até o menor nível de desagregação dos dados disponível.

(6) As redes de ensino e as mantenedoras de terceirizadas estão obrigadas a notificar todos os pais e encarregados sobre o direito que eles têm de impedir seu filho de fazer testes de larga escala o mais tardar 15 dias antes do início da avaliação, através do seu site e por correspondência.

(7) As mesmas disposições são válidas quando se tratar de aplicação experimental de testes em elaboração, para sua validação.

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