Empowered educators: how high-performing systems shape teaching quality around the world

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Empowered educators: how high-performing systems shape teaching quality around the world

Benigna Maria de Freitas Villas Boas

 

O livro Empowered educators: how high-performing systems shape teaching quality around the world, de autoria de Linda Darling-Hammond e oito renomados pesquisadores, da Editora Jossey-Bass, 2017, descreve os resultados de um grande estudo comparativo internacional sobre a qualidade do trabalho do professor.

Linda Darling-Hammond foi a coordenadora da equipe. É presidente do Instituto de Políticas de Aprendizagem e professora emérita do Charles E. Ducommn da Universidade de Stanford, onde fundou o Centro para Oportunidades de Educação de Stanford e atuou no Programa de Educação de Professores. Read more →

DEIXANDO DE LADO A PUNIÇÃO

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Deixando de lado a punição

Documentário retrata o poder da linguagem para adolescentes da Fundação Casa

Porvir, 20/07/2017

 

‘Meninos de Palavra’, de Fabrício Borges, mostra a força da palavra escrita, cantada ou encenada na escolarização de meninos que cumprem medida socioeducativa

 

por Marina Lopes , 20 de julho de 2017

 

Após 27 anos de vigência do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o país ainda enfrenta o desafio de ter 2,8 milhões de jovens fora da escola. Apesar do documento garantir que todos, sem exceção, devem ter direito à educação, a baixa escolaridade e altíssima distorção idade-série de adolescentes privados de liberdade reforçam a existência de um sistema desigual. Como um convite à reflexão sobre a escolarização de meninos que cumprem medida socioeducativa em unidades da Fundação Casa, o documentário “Meninos de Palavra”, de Fabrício Borges, mostra o papel das linguagens na valorização do potencial criativo e na ampliação da autoestima de internos. Read more →

21
Jul 2017
AUTHOR Villas Boas
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Socioeducação

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PROJETO “EXÉRCITO VAI ÀS ESCOLAS” COMEÇA NO SEGUNDO SEMESTRE

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Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul

17/07/2017

Projeto “Exército vai às Escolas” começa no segundo semestre

 

Esta iniciativa merece reflexão. Será uma reedição da disciplina Educação Moral e Cívica e da Comissão de Moral e Civismo, durante a ditadura militar?

 

Segue a reportagem

 

Objetivo é levar atividades das Forças Armadas para estudantes de ensino médio da rede estadual

Publicação: 17/07/2017 às 17h59min

Evento realizado na última quarta-feira (12) debateu o Termo de Cooperação para a elaboração do projeto – Foto: Diego da Costa

 

Por Diego da Costa

 

Com o propósito de contribuir para o fortalecimento de valores fundamentais para a formação da cidadania e o desenvolvimento dos alunos da rede pública estadual, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), por meio do Departamento Pedagógico, reuniu-se na manhã desta quarta-feira (12) com o Comando Militar do Sul. Durante o encontro, foi debatido o Termo de Cooperação para a elaboração do projeto “O Exército nas Escolas” que irá levar atividades das Forças Armadas para estudantes de ensino médio. Read more →

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO VAI BUSCAR APOIO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO NOVO ENSINO MÉDIO

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Ministério da Educação, 17/07/2017

 

Assessoria de Comunicação Social

 

Ministério da Educação vai buscar apoio para implementação do Novo Ensino Médio

 

O Ministério da Educação foi autorizado pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), órgão ligado ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, a solicitar o apoio do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird), o Banco Mundial, para implementação do Novo Ensino Médio nos estados. O comunicado foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), desta segunda-feira, 17.

“Esse empréstimo virá para apoiar a reforma do ensino médio, tendo como eixo a formação de professores das redes, a construção de currículos, além de estudos de viabilidade para o que fazer em cada uma das redes, respeitando o seu contexto local”, explicou o secretário de Educação Básica do MEC, Rossieli Soares. Read more →

OS FINS EDUCACIONAIS DEVEM MUDAR: NÃO SE TRATA MAIS DE BUSCAR BOAS NOTAS, MAS SIM DE FAZER DO MUNDO UM LUGAR MELHOR

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“Os fins educacionais devem mudar: não se trata mais de buscar boas notas, mas sim de fazer do mundo um lugar melhor” (Marc Prensky, criador de termos como ‘nativos digitais)

‘A escola deve ser o lugar de encontrar soluções para o mundo real’, diz educador

O Globo, 16/07/2017

por Josy Fischberg

Marc Prensky um dos palestrantes do evento Educação 360 Tecnologia

 

RIO — “As crianças precisam chegar ao futuro munidas de habilidades que as farão bem-sucedidas no terceiro milênio, e não equipadas para o mundo de ontem em que nós crescemos”. Essa é uma das reflexões que propõe Marc Prensky, que estará no Rio em agosto para participar do evento Educação 360 Tecnologia. A tecnologia, ele diz, deu às crianças uma infinidade de novas capacidades, o que fez com que elas se tornassem muito mais empoderadas do que no passado. Os fins educacionais devem mudar: não se trata mais de buscar boas notas, mas sim de fazer do mundo um lugar melhor. “As crianças já estão fazendo isso: inventam aplicativos para diminuir a violência doméstica, usam impressoras 3D para fazer próteses, entre muitas outras coisas extraordinárias”, diz. Uma educação para as futuras gerações, ele frisa, deveria ser focada em realizações assim, ou seja, na busca por soluções de problemas do mundo real. Para tanto, são necessários novo currículo, nova perspectiva no uso da tecnologia, professores que precisam desempenhar um novo papel. O Educação 360 Tecnologia é uma realização O GLOBO e Extra, com patrocínio do Colégio PH e Fundação Telefônica, apoio da Unesco e Unicef, parceria de mídia da TV Globo, Canal Futura, revista Crescer, revista Galileu e TechTudo e colaboração do Instituto Inspirare e Porvir. Read more →

17
Jul 2017
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O DESAFIO DE EDUCAR PARA UM FUTURO DIGITAL E MUTÁVEL

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O desafio de educar para um futuro digital e mutável

Jornal da Ciência – 8 de julho de 2017

Se a escola já enfrenta, nos dias atuais, dificuldades para formar adolescentes preparados para o mercado de trabalho, formá-los para uma realidade que ainda não existe se mostra ainda mais desafiador — porém, possível

Mais da metade dos alunos de hoje seguirão carreiras ainda inexistentes e difíceis de prever. É o que revela um estudo feito em 2016 pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), indicando que 65% das crianças assumirão profissões que começam a se desenhar nos dias atuais.

Mas que carreiras “do futuro” são essas? Segundo os especialistas ouvidos pelo Centro de Referência em Educação Integral, devem persistir as profissões que requerem subjetividade e produção de sentido e deixam de existir aquelas que exigem somente a reprodução de padrões ou observação rápida e precisa de uma massa de dados. Estas últimas devem ser substituídas por tecnologias que desempenham tais funções de forma mais rápida, eficiente e barata.

Nesta perspectiva, mais autonomia, engajamento com as tecnologias digitais, inteligência artificial, cultura maker, compartilhamento de artefatos, processos e serviços também serão características valorizadas neste contexto futuro.

Das crianças será exigido flexibilidade para adaptar-se a mudanças, mas também firmeza para perseguir objetivos em meio a um ambiente em constante transformação. Soma-se a isso proatividade, trabalhar de forma colaborativa, criatividade, resolução rápida de problemas, pensamento crítico e a busca autônoma por conhecimento. Read more →

08
Jul 2017
AUTHOR Villas Boas
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AVALIAÇÃO NEGLIGENCIADA NA BNCC

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AVALIAÇÃO NEGLIGENCIADA NA BNCC

 

Reunidos no dia 1º de julho de 2017, integrantes do GEPA (Vânia, Enílvia, Susley, Emília, Leda, Bruna e Benigna) analisaram o tratamento dado à avaliação pela BNCC, assim como as ações necessárias para a sua implementação.

Em primeiro lugar, o grupo considerou que o tema avaliação não está presente na Base, o que é questionável porque currículo e avaliação caminham juntos.

Em segundo lugar, o grupo estranhou a menção a procedimentos de avaliação formativa na introdução, no item Base Nacional Comum Curricular e currículos, sem que a concepção de avaliação formativa tivesse sido apresentada. Discorrendo sobre as “decisões que vão adequar as proposições da BNCC à realidade dos sistemas de ensino e das instituições escolares, considerando o contexto e as características dos alunos”, o documento afirma que essas decisões se referem a várias ações, dentre elas: “construir e aplicar procedimentos de avaliação formativa de processo ou de resultado que levem em conta os contextos e as condições de aprendizagem, tomando tais registros como referência para melhorar o desempenho da escola, dos professores e dos alunos”. A ausência de explicação sobre o que se entende por avaliação formativa a reduz à mera aplicação de procedimentos e mais, a associa simplesmente a resultados, dando a impressão de ser este seu intento. A avaliação formativa é sempre processual. O que seria avaliação formativa de resultado? Docentes de todo o país irão ler esta afirmação e não entenderão o seu significado. Em nossas discussões destacamos que a Base será um documento norteador do trabalho pedagógico de todas as escolas. Consequentemente, integrará o currículo dos cursos de formação de professores. É o que se espera. Read more →

TURMAS COM MELHOR DESEMPENHO TÊM PROFESSORES MAIS EXPERIENTES, APONTA ESTUDO

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G1 – 02/07/2017

Turmas com melhor desempenho têm professores mais experientes, aponta estudo

Estudo relaciona perfil de professores com o desempenho de turmas na Prova Brasil. Dados abrangem escolas de todo o país

Por Clara Campoli, G1

02/07/2017 07h01 Atualizado 03/07/2017 11h44

 

As turmas de 5º ano do ensino fundamental com melhor desempenho na Prova Brasil contam com professores mais velhos, com mais de 10 anos de magistério e que acreditam no potencial de seus alunos: é o que mostra uma análise qualitativa realizada pela empresa de ciência de dados IDados. As informações, compiladas com dados de todo o país, mostram que as melhores notas saem de salas de aula com maioria de meninas e com 88% dos alunos na idade certa.

Leia também: Nas escolas com alunos mais pobres, diretores são mais inexperientes e ganham salários menores

A análise, realizada pela economista Mariana Leite, baseou-se nos dados qualitativos do desempenho em matemática na Prova Brasil de 2015, além de se valer de respostas que os professores deram nos questionários relativos à avaliação. A Prova Brasil é aplicada pelo MEC e é um dos itens que integram o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Read more →

04
Jul 2017
AUTHOR Villas Boas
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