Entrevista com Antônio Nóvoa

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Vale a pena ler a entrevista com Antônio Nóvoa

 

http://www.revistaeducacao.com.br/o-lugar-da-licenciatura

20
Sep 2017
AUTHOR Villas Boas
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UM TERÇO DE PROFESSORES TEM FORMAÇÃO DEFICIENTE

Um terço de professores tem formação deficiente

17 de maio de 2016

Pesquisa do movimento Todos Pela Educação mostra que docentes dão aula sem a licenciatura na área em que atuam

Fonte: Jornal Metro Campinas (SP)

Três em cada 10 professores do Ensino Fundamental em Campinas dão aula sem que possuam licenciatura na área em que atuam, segundo mostra o levantamento do movimento TPE (Todos Pela Educação) com base em dados do censo escolar do MEC/Inep (Ministério da Educação) divulgado ontem. Read more →

DA PEDAGOGIA À DIDÁTICA

Da pedagogia à didática

18/05/2016

  •  Folha de São Paulo
  • Enquanto 88,4% dos docentes em escolas públicas possuem diplomas de nível superior, nas particulares o índice cai para 80,8%. Seria precipitado, contudo, concluir que o dado invalida o reconhecido nexo entre qualificação dos professores e eficiência do aprendizado. No ensino fundamental 2 (do 6º ao 9º ano), os estabelecimentos privados (92,7% dos docentes com ensino superior) ultrapassam os públicos (89,3%). No ensino médio ocorre virtual empate –97,2% e 97,8%, respectivamente. Além disso, o elo consagrado entre qualificação docente e qualidade de ensino pressupõe que a capacitação ofertada nas faculdades de pedagogia seja eficaz. Ou seja, que efetivamente preparem os bacharéis e licenciados para serem bons professores em sala de aula. Não se trata só de uma deficiência acadêmica, mas também da falta de articulação institucional. A formulação de uma base curricular comum nacional ajudará a definir melhor o conteúdo do que precisa ser abordado e aprendido em cada disciplina e cada ano do ensino básico. Mas não fará muita diferença, no resultado final, se as faculdades não se empenharem mais em transmitir aos futuros docentes os meios de ensiná-lo.
  • As universidades, em especial as públicas, estão desligadas da rede de ensino. Não produzem estudos empíricos sobre o que ali se aplica de técnicas de ensino, se funcionam ou não, de modo a informar o que elas próprias ministram.
  • Não é essa a realidade, lamentavelmente. Como ressaltou no relatório artigo de Fernando Abrucio, da FGV, elas dão muito mais ênfase a teorias educacionais do que à didática propriamente dita —vale dizer, às competências e ferramentas úteis na realidade da classe.
  • Em resumo, os colégios da rede particular são mais exigentes ao contratar professores para a fase mais decisiva de preparação de sua clientela para o ciclo universitário ou para o mercado profissional.
  • Há que fazer algumas observações sobre esses percentuais. A primeira seria assinalar que a superioridade na rede pública só se verifica nos níveis iniciais, a educação infantil e o ensino fundamental 1 (do 1º ao 5º ano).
  • Ganhou destaque, na divulgação do último relatório “De Olho nas Metas” (2013-14), do movimento Todos pela Educação, a disparidade constatada na formação dos professores de educação básica nas redes pública e privada. Para surpresa de muitos, ela é melhor na primeira, onde o ensino tem sabidamente pior desempenho.

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PROFESSOR TEM MELHOR FORMAÇÃO NA REDE PÚBLICA DO QUE NA PARTICULAR

Professor tem formação melhor na rede pública do que na particular

Folha de São Paulo, 15/05/2016

Luiz Carlos Murauskas – 24.mar.2016/Folhapress
Pais participam de reunião no colégio Elvira Brandão, em São Paulo, para discutir o currículo

ÉRICA FRAGA DE SÃO PAULO

15/05/2016

Os professores da educação infantil e dos primeiros anos do ensino fundamental que lecionam na rede pública têm melhor formação teórica do que seus pares das escolas privadas.

Isso vale para duas métricas: percentual de docentes com ensino superior completo e com currículo adequado ao que a lei determina.

Formação universitária apropriada para lecionar no Brasil, porém, não é garantia de qualidade. O excesso de teoria nos cursos de pedagogia e licenciatura e a distância com a realidade escolar podem prejudicar o ensino. Read more →

SAI DECRETO SOBRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Sai decreto sobre formação de professores

Decreto sobre formação de professores é promulgado. Em uma primeira análise, o decreto não propõe uma articulação com a lógica de avaliação do ENAMEB e do SINAEB, o que é bom, mas mantém a prova nacional para docentes com a finalidade de subsidiar a realização de concursos públicos para ingresso:

Art. 17.  O Ministério da Educação coordenará a realização de prova nacional para docentes para subsidiar os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, mediante adesão, na realização de concursos públicos de admissão de profissionais do magistério da educação básica pública, de maneira a harmonizar a conclusão da formação inicial com o início do exercício profissional.

Baixe aqui o Decreto promulgado.

O texto não esconde a intenção da prova em “harmonizar a conclusão da formação inicial com o início do exercício profissional”, o que conduzirá ao alinhamento das agências formadores com a base comum da formação de professores que está sendo feita pela SEB. A prova nacional mencionada no decreto também será articulada com a base nacional comum curricular em desenvolvimento no CNE e quase inevitavelmente tenderá a se articular com o ENAMEB quando este for aprovado no Congresso.

Leia também estudo do IPEA de 2014 propondo que o exame nacional docente seja um processo de certificação de professores.

Leia mais sobre a Prova Docente e certificação aqui.

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10
May 2016
AUTHOR Villas Boas
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QUALIDADE DOS NOVOS PROFESSORES NO BRASIL

Gazeta do Povo – Educação

 

Qualidade dos novos professores no Brasil é cada vez pior, revela estudo

Estudantes de Pedagogia com esse perfil tiveram desempenho menor no Enem e não se saem bem na prova de conhecimentos gerais do Enade

  • Denise Drechsel
  • [05/05/2016]
  • [03h00]

 

As próximas gerações tendem a ter uma educação precária, o que pode reproduzir a pobreza por causa da menor qualidade dos novos professores. A constatação é do boletim “Perfil dos futuros professores”, divulgado pelo IDados no fim de abril. De acordo com o documento, as faculdades de Pedagogia no país atraem anualmente mais estudantes de escolas fracas e com desempenho ruim no ensino médio – o contrário do que ocorre nos países desenvolvidos, em que os futuros docentes são recrutados entre os melhores alunos. Read more →

CICLO DE DEBATES SOBRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

UnB Agência

ENSINO – 06/05/2015

DEG promove ciclo de debates sobre formação de professores

Decanato de Ensino de Graduação, por meio da Coordenação de Integração das Licenciaturas, convida coordenadores de Licenciaturas e interessados para atividade nesta sexta-feira (8), às 8h30

– Da Secretaria de Comunicação da UnB

Dando continuidade às iniciativas de fortalecimento institucional das ações desenvolvidas pelo Decanato de Ensino de Graduação, por meio da Coordenação de Integração das Licenciaturas (CIL/DEG/UnB), será realizado mais um evento do Ciclo de Debates 1.º/2015 do Fórum Permanente de Formação Inicial e Continuada de Professores.

O debate ocorrerá na sexta-feira (8), das 8h30 às 11h45, no auditório Verde do Instituto de Química. Foram convidados todos os coordenadores de Licenciatura, porém o evento é aberto a todos os interessados.

Durante o encontro, será abordada a questão do Ensino Médio no Brasil, mais especificamente o Projeto de Lei n.º 6.840/2013, em tramitação na Câmara dos Deputados. Read more →

“SÓ 16 ESCOLAS TÊM TODOS OS DOCENTES FORMADOS NA ÁREA QUE ATUAM ” [SIC]

A redação da reportagem abaixo revela a baixa qualidade do trabalho das escolas de educação básica. Muitos são os erros de escrita. Como querer que nossos jovens se saiam bem na redação do ENEM?

 

“Só 16 escolas têm todos docentes formados na área que atuam

EXAME.com

Apenas 0,1% das escolas brasileiras têm todos os professores formados na área que ensinam

São Paulo – De todas as mais de 14,7 mil escolas que participaram do Enem 2013, apenas 0,1% tem em seu quadro de docentes apenas professores que sejam graduados nas áreas em que lecionam.

Na prática, isso significa que em apenas 16 escolas, os professores de matemática têm licenciatura em matemática, os de física em física, e assim por diante – ao contrário do que acontece nas outras 99,9%, onde é comum ver um professor formado em física dando aula de matemática, por exemplo.

Entre estas 16 escolas, 4 são estaduais. Todas abrigam menos de 200 alunos e apenas uma tem alunos de baixo nível socioeconômico.

Segundo um levantamento feito pelo movimento Todos Pela Educação, 52% dos professores do Ensino Médio de todas as redes de ensino do Brasil não são formados na disciplina que lecionam.

Quase a totalidade dos professores (95,3%) que lecionam as disciplinas obrigatórias do Ensino Médio têm curso superior e a grande maioria (77,9%) têm licenciatura, mas apenas 48,3% possui licenciatura específica para dar aulas nessas áreas do conhecimento.

Física é a disciplina com um dos menores percentuais de professores graduados, com apenas 19,2%.”

 

 

19
Jan 2015
AUTHOR Villas Boas
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LIVRO “BUILDING A BETTER TEACHER” (CONSTRUINDO UM PROFESSOR MELHOR)

LIVRO “BUILDING A BETTER TEACHER” (CONSTRUINDO UM PROFESSOR MELHOR)

Publicado em http://gepa-avaliacaoeducacional.com.br

Acaba de ser lançado nos Estados Unidos o livro “Building a Better Teacher” (Construindo um Professor Melhor), resultado de um trabalho de seis anos da jornalista Elizabeth Green, que acompanhou professores em salas de aula ao redor do mundo e mapeou as experiências mais bem-sucedidas em seu país na área de formação de educadores. Levando em conta o contexto americano, Green ressalta que o debate em relação à qualificação docente é polarizado por dois extremos que cometem esse mesmo erro. De um lado estão os defensores de políticas de avaliação docente, como os integrantes da Fundação Bill Gates e o economista Eric Hanushek. Segundo este último, por meio da identificação de bons e maus professores e da demissão dos piores, seria possível dar um salto de qualidade na educação. Read more →

11
Aug 2014
AUTHOR Villas Boas
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