Um em cada quatro jovens vai abandonar o Ensino Médio até o final do ano

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Um em cada quatro jovens vai abandonar o Ensino Médio até o final do ano

Jornal da Ciência, 17 de outubro de 2017

Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no País nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola

A cada ano, quase três milhões de jovens abandonam a escola no Brasil. É o que apontou o estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens, elaborado pelo Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia (Insper) e divulgado hoje (17).

Ao final deste ano, um em cada quatro jovens entre 15 e 17 anos de idade vão abandonar seus estudos, não vão se matricular para o ano seguinte ou serão reprovados. Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no País nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola. Read more →

17
Oct 2017
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Sonho destruído pela ditadura militar: “trabalho pioneiro, dinâmico e de excelente nível pedagógico”

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Sonho destruído pela ditadura militar: “trabalho pioneiro, dinâmico e de excelente nível pedagógico”

Boletim histórico CASEB 1960-1990

No Boletim Histórico CASEB 1960-1990, de maio de 1990, quando a CASEB completou 30 anos, em sua abertura, Armando Hildebrand, que foi diretor executivo desse órgão, escreveu sobre a orientação do ensino e os professores:

“Orientação do ensino – Orientação pedagógica e didática moderna, que assegurou educação integrada, democrática, criativa e dinâmica dos jovens, abrangendo atividades que asseguravam aprendizagem intelectual, desenvolvimento cultural, social, físico e profissional. Era preocupação do currículo e dos professores a formação de hábitos de trabalho individual e coletivo e de desenvolvimento de valores adequados à sociedade brasileira moderna, confiante e afirmativa que se estava criando no Planalto Central. Jovens provindos de todo o país iriam encontrar-se nas escolas do Plano Piloto e de algumas cidades-satélites em franco processo de construção e desenvolvimento. As escolas de Brasília representavam um verdadeiro cadinho de aculturação de uma juventude que passaria a formar o Brasil novo, que se buscava construir no Planalto”. Read more →

26
Aug 2017
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Valorizar o magistério para incentivar a licenciatura

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Pensar a educação em pauta

Acesso em 01/08/2017

Valorizar o magistério para incentivar a licenciatura

Raquel Angela Speck

A formação de professores no Brasil é um assunto que revela dados cada vez mais preocupantes. A falta de atratividade na carreira tem desmotivado jovens concluintes do Ensino Médio a ingressarem nos cursos de licenciatura, assim como, tem produzido altas taxas de desistência. Baixos salários, pouco prestígio social e más condições de trabalho na docência são alguns dos fatores que contribuem para a queda na demanda e no número de formandos nesta modalidade da educação superior. Read more →

01
Aug 2017
AUTHOR Villas Boas
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PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO É A SÉRIE COM MAIOR ÍNDICE DE REPROVAÇÃO E EVASÃO

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Primeiro ano do ensino médio é a série com maior índice de reprovação e evasão

Profa. Dra. Maria Susley Pereira

Em reportagem publicada pelo jornal O Globo[1], em 20/06/2017, o “Primeiro ano do ensino médio é a série com maior índice de reprovação e evasão”. A reportagem apresenta dados divulgados pelo INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, os quais mostram que o 1º ano do ensino médio é o ano escolar com o maior índice de reprovação (15,3%) e de evasão (12,9%) na educação básica entre 2014 e 2015.

A reportagem ainda revela que o 2º lugar em reprovação é o 6º ano do ensino fundamental, com 14,4%, e que o 3º ano, também do ensino fundamental, apresenta um elevado número de reprovações, chegando a 12,2% dos estudantes matriculados. Read more →

22
Jun 2017
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O PROJETO DA ESCOLA, O CURRÍCULO E A AVALIAÇÃO: DIÁLOGOS NECESSÁRIOS

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O PROJETO DA ESCOLA, O CURRÍCULO E A AVALIAÇÃO: DIÁLOGOS NECESSÁRIOS

(Por: Erisevelton S. Lima – Professor da SEEDF, formador da EAPE, Doutor em Educação pela Universidade de Brasília – UnB)

 

Em meio aos inúmeros desafios que movimentam a escola de educação básica, a construção do seu projeto político-pedagógico – PPP – representa, nesse sentido, a oportunidade de a instituição superar obstáculos e potencializar seus acertos. Este breve texto procura auxiliar, de forma prática, como a organização pode encontrar sua metodologia e viabilizar as tratativas que decorrem dessa demanda. O projeto da escola é um documento cujos rumos precisam ser definidos e acordados entre todos que a habitam.

Se existe um início, então deve haver um fim, não é? Nem sempre, o projeto da escola não termina, como também não se encerram as inúmeras questões que a invadem todos os dias. Sendo assim, o primeiro passo é sentarmos, respirarmos e entendermos que somos seres históricos e nossas ideias, como tudo que realizamos, possuem prazos de validade. Vamos contribuir com o agora, vamos deixar nossas marcas e nossos passos, eles são nossas maiores contribuições. A escola precisa lançar mão de algo que chamamos de avaliação do trabalho da escola ou avaliação institucional. O PPP precisa ser avaliado. Se não existe o documento não quer dizer que o projeto não exista, ele se faz representar por meio de todos os hábitos, culturas e formas de agir na instituição durante o ano letivo. Comecemos nos autoavaliando, refletindo sobre nossas práticas e contribuições ao longo desse processo. Em seguida, elejamos algumas categorias do trabalho pedagógico que precisam dessa reflexão. Para tanto, apresento algumas questões que podem contribuir. Read more →

Hora de analisar a Base Nacional Comum Curricular – BNCC – para planejar sua implementação

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Hora de analisar a Base Nacional Comum Curricular – BNCC – para planejar sua implementação

Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Em 2015 teve início a confecção da BNCC. A primeira versão foi aberta para consulta pública de 16/9/2015 a 13/3/2016. Após a análise das sugestões de alteração encaminhadas, foi apresentada a segunda versão, discutida em seminários organizados em todos os estados. Realizada a sistematização das contribuições, a terceira versão foi divulgada em 6/4/2017. O documento encontra-se no Conselho Nacional de Educação – CNE, que irá emitir seu parecer. Depois disso é que a BNCC será homologada pelo MEC e se tornará obrigatória. A partir daí ela orientará a revisão dos currículos estaduais e municipais, a formação de professores, a adequação de materiais didáticos e a elaboração de exames externos. Embora o documento se encontre no CNE e ainda dependa de homologação pelo MEC, não é o caso de os sistemas de educação estaduais e municipais ficarem em compasso de espera. É o momento de analisá-lo amplamente com suas equipes e pensar maneiras de implementá-lo. Organizações lucrativas, como Nova Escola e Fundação Lemann, se adiantaram e já divulgaram o Guia da Base, que constitui encarte da revista Nova Escola de junho, consultada por grande parte dos professores. Este guia pode ser útil, mas é bom lembrar que as próprias escolas é que deverão se encarregar de reorganizar seus currículos, em todos os aspectos. É igualmente chegado o momento de os cursos de formação inicial e continuada de professores se debruçarem sobre a Base para encaminharem às escolas de educação básica os professores em sintonia com o trabalho que lhes cabe desenvolver. A BNCC não é do MEC. Será de todas as escolas.

08
Jun 2017
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Notório saber: afinal, quem é o profissional da educação?

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NOTÓRIO SABER: afinal, quem é o profissional da educação?

Dra. Sílvia Lúcia Soares

 

António Nóvoa, reitor honorário da Universidade de Lisboa e candidato às últimas eleições presidenciais de Portugal, ao analisar a Reforma Curricular do Ensino Médio no Brasil e a adoção do notório saber com critério para a escolha de docentes, deixa claro que esse modelo foi copiado do programa Teachers For America, do George Bush, e afirma ter sido ele um desastre.

A entrevista desse estudioso à Carta educação, no dia 28 de março de 2017, aguçou em mim a vontade e a necessidade de reforçar a reflexão a respeito da função do professor, posta nesse momento, em contexto tão adverso e na contramão das lutas históricas dos professores pela valorização dos profissionais da educação no Brasil.

Partimos da premissa de que toda profissão carece de saberes específicos para adquirir o reconhecimento de estatuto profissional. Para tanto, recorrendo a Guathier (1998, p. 20), que afirma que: “uma das condições essenciais a toda profissão é a formalização dos saberes necessários à execução das tarefas que lhe são próprias”, indagamos: quem é o profissional do ensino? O que diferencia o educador do sujeito com “notório saber”? Read more →

ENTREVISTA COM ANTÔNIO NÓVOA

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Revista Educação

O lugar da licenciatura

8 de novembro de 2016

O lugar da licenciatura

Ensino Superior

Pesquisador de educação, professor e reitor honorário da Universidade de Lisboa, António Nóvoa propõe que IES criem “casa de formação docente” e se preocupem com a identidade profissional dos futuros professores

Professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, em Portugal, reitor honorário da mesma instituição e autor de mais de 150 publicações sobre ensino e docência editadas em 12 países, António Nóvoa avalia que “historicamente, a universidade manifestou grande indiferença à educação básica” e, consequentemente, à formação de professores nas licenciaturas. Mas, segundo o pesquisador, ainda há formas de o setor se reconciliar com os professores, que são, em verdade, os instrutores básicos de todos os futuros universitários. Read more →

15
Nov 2016
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HOMEWORK, FRIEND OR FOE?

Education Week Teacher, may 2016

Homework, Friend or Foe?

By Starr Sackstein on May 22, 2016 5:16 AM

Homework, by definition it is work that is to be completed outside of the school day. Usually it is to be brought in the following day and too often it is assigned uniformly to all.

As a student, I didn’t mind homework and thought of it as a necessary part of my education, seldom questioning the purpose or quality of it. Perhaps as an honors student my whole educational career, it was assumed and completed and never shared with my peers. Read more →