A AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS, INSTITUCIONAL E EM LARGA ESCALA EM CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: LIMITES E POSSIBILIDADES DE INTERLOCUÇÃO

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A AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS, INSTITUCIONAL E EM LARGA ESCALA EM CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: LIMITES E POSSIBILIDADES DE INTERLOCUÇÃO

 Tese de doutorado defendida por Sílvia Lúcia Soares em novembro de 2014, no Programa de Pós-graduação em Educação da UnB

Orientadora: Profa. Dra. Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Objetivo geral

Analisar como estão sendo formados os estudantes de cursos de Licenciaturas (Letras, Matemática e Pedagogia) para desenvolverem os três níveis de avaliação – para as aprendizagens, institucional e em larga escala. Read more →

Um em cada quatro jovens vai abandonar o Ensino Médio até o final do ano

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Um em cada quatro jovens vai abandonar o Ensino Médio até o final do ano

Jornal da Ciência, 17 de outubro de 2017

Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no País nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola

A cada ano, quase três milhões de jovens abandonam a escola no Brasil. É o que apontou o estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens, elaborado pelo Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia (Insper) e divulgado hoje (17).

Ao final deste ano, um em cada quatro jovens entre 15 e 17 anos de idade vão abandonar seus estudos, não vão se matricular para o ano seguinte ou serão reprovados. Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no País nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola. Read more →

17
Oct 2017
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Sonho destruído pela ditadura militar: “trabalho pioneiro, dinâmico e de excelente nível pedagógico”

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Sonho destruído pela ditadura militar: “trabalho pioneiro, dinâmico e de excelente nível pedagógico”

Boletim histórico CASEB 1960-1990

No Boletim Histórico CASEB 1960-1990, de maio de 1990, quando a CASEB completou 30 anos, em sua abertura, Armando Hildebrand, que foi diretor executivo desse órgão, escreveu sobre a orientação do ensino e os professores:

“Orientação do ensino – Orientação pedagógica e didática moderna, que assegurou educação integrada, democrática, criativa e dinâmica dos jovens, abrangendo atividades que asseguravam aprendizagem intelectual, desenvolvimento cultural, social, físico e profissional. Era preocupação do currículo e dos professores a formação de hábitos de trabalho individual e coletivo e de desenvolvimento de valores adequados à sociedade brasileira moderna, confiante e afirmativa que se estava criando no Planalto Central. Jovens provindos de todo o país iriam encontrar-se nas escolas do Plano Piloto e de algumas cidades-satélites em franco processo de construção e desenvolvimento. As escolas de Brasília representavam um verdadeiro cadinho de aculturação de uma juventude que passaria a formar o Brasil novo, que se buscava construir no Planalto”. Read more →

26
Aug 2017
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Valorizar o magistério para incentivar a licenciatura

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Pensar a educação em pauta

Acesso em 01/08/2017

Valorizar o magistério para incentivar a licenciatura

Raquel Angela Speck

A formação de professores no Brasil é um assunto que revela dados cada vez mais preocupantes. A falta de atratividade na carreira tem desmotivado jovens concluintes do Ensino Médio a ingressarem nos cursos de licenciatura, assim como, tem produzido altas taxas de desistência. Baixos salários, pouco prestígio social e más condições de trabalho na docência são alguns dos fatores que contribuem para a queda na demanda e no número de formandos nesta modalidade da educação superior. Read more →

01
Aug 2017
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PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO É A SÉRIE COM MAIOR ÍNDICE DE REPROVAÇÃO E EVASÃO

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Primeiro ano do ensino médio é a série com maior índice de reprovação e evasão

Profa. Dra. Maria Susley Pereira

Em reportagem publicada pelo jornal O Globo[1], em 20/06/2017, o “Primeiro ano do ensino médio é a série com maior índice de reprovação e evasão”. A reportagem apresenta dados divulgados pelo INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, os quais mostram que o 1º ano do ensino médio é o ano escolar com o maior índice de reprovação (15,3%) e de evasão (12,9%) na educação básica entre 2014 e 2015.

A reportagem ainda revela que o 2º lugar em reprovação é o 6º ano do ensino fundamental, com 14,4%, e que o 3º ano, também do ensino fundamental, apresenta um elevado número de reprovações, chegando a 12,2% dos estudantes matriculados. Read more →

22
Jun 2017
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O PROJETO DA ESCOLA, O CURRÍCULO E A AVALIAÇÃO: DIÁLOGOS NECESSÁRIOS

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O PROJETO DA ESCOLA, O CURRÍCULO E A AVALIAÇÃO: DIÁLOGOS NECESSÁRIOS

(Por: Erisevelton S. Lima – Professor da SEEDF, formador da EAPE, Doutor em Educação pela Universidade de Brasília – UnB)

 

Em meio aos inúmeros desafios que movimentam a escola de educação básica, a construção do seu projeto político-pedagógico – PPP – representa, nesse sentido, a oportunidade de a instituição superar obstáculos e potencializar seus acertos. Este breve texto procura auxiliar, de forma prática, como a organização pode encontrar sua metodologia e viabilizar as tratativas que decorrem dessa demanda. O projeto da escola é um documento cujos rumos precisam ser definidos e acordados entre todos que a habitam.

Se existe um início, então deve haver um fim, não é? Nem sempre, o projeto da escola não termina, como também não se encerram as inúmeras questões que a invadem todos os dias. Sendo assim, o primeiro passo é sentarmos, respirarmos e entendermos que somos seres históricos e nossas ideias, como tudo que realizamos, possuem prazos de validade. Vamos contribuir com o agora, vamos deixar nossas marcas e nossos passos, eles são nossas maiores contribuições. A escola precisa lançar mão de algo que chamamos de avaliação do trabalho da escola ou avaliação institucional. O PPP precisa ser avaliado. Se não existe o documento não quer dizer que o projeto não exista, ele se faz representar por meio de todos os hábitos, culturas e formas de agir na instituição durante o ano letivo. Comecemos nos autoavaliando, refletindo sobre nossas práticas e contribuições ao longo desse processo. Em seguida, elejamos algumas categorias do trabalho pedagógico que precisam dessa reflexão. Para tanto, apresento algumas questões que podem contribuir. Read more →

Hora de analisar a Base Nacional Comum Curricular – BNCC – para planejar sua implementação

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Hora de analisar a Base Nacional Comum Curricular – BNCC – para planejar sua implementação

Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Em 2015 teve início a confecção da BNCC. A primeira versão foi aberta para consulta pública de 16/9/2015 a 13/3/2016. Após a análise das sugestões de alteração encaminhadas, foi apresentada a segunda versão, discutida em seminários organizados em todos os estados. Realizada a sistematização das contribuições, a terceira versão foi divulgada em 6/4/2017. O documento encontra-se no Conselho Nacional de Educação – CNE, que irá emitir seu parecer. Depois disso é que a BNCC será homologada pelo MEC e se tornará obrigatória. A partir daí ela orientará a revisão dos currículos estaduais e municipais, a formação de professores, a adequação de materiais didáticos e a elaboração de exames externos. Embora o documento se encontre no CNE e ainda dependa de homologação pelo MEC, não é o caso de os sistemas de educação estaduais e municipais ficarem em compasso de espera. É o momento de analisá-lo amplamente com suas equipes e pensar maneiras de implementá-lo. Organizações lucrativas, como Nova Escola e Fundação Lemann, se adiantaram e já divulgaram o Guia da Base, que constitui encarte da revista Nova Escola de junho, consultada por grande parte dos professores. Este guia pode ser útil, mas é bom lembrar que as próprias escolas é que deverão se encarregar de reorganizar seus currículos, em todos os aspectos. É igualmente chegado o momento de os cursos de formação inicial e continuada de professores se debruçarem sobre a Base para encaminharem às escolas de educação básica os professores em sintonia com o trabalho que lhes cabe desenvolver. A BNCC não é do MEC. Será de todas as escolas.

08
Jun 2017
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Notório saber: afinal, quem é o profissional da educação?

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NOTÓRIO SABER: afinal, quem é o profissional da educação?

Dra. Sílvia Lúcia Soares

 

António Nóvoa, reitor honorário da Universidade de Lisboa e candidato às últimas eleições presidenciais de Portugal, ao analisar a Reforma Curricular do Ensino Médio no Brasil e a adoção do notório saber com critério para a escolha de docentes, deixa claro que esse modelo foi copiado do programa Teachers For America, do George Bush, e afirma ter sido ele um desastre.

A entrevista desse estudioso à Carta educação, no dia 28 de março de 2017, aguçou em mim a vontade e a necessidade de reforçar a reflexão a respeito da função do professor, posta nesse momento, em contexto tão adverso e na contramão das lutas históricas dos professores pela valorização dos profissionais da educação no Brasil.

Partimos da premissa de que toda profissão carece de saberes específicos para adquirir o reconhecimento de estatuto profissional. Para tanto, recorrendo a Guathier (1998, p. 20), que afirma que: “uma das condições essenciais a toda profissão é a formalização dos saberes necessários à execução das tarefas que lhe são próprias”, indagamos: quem é o profissional do ensino? O que diferencia o educador do sujeito com “notório saber”? Read more →

ENTREVISTA COM ANTÔNIO NÓVOA

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Revista Educação

O lugar da licenciatura

8 de novembro de 2016

O lugar da licenciatura

Ensino Superior

Pesquisador de educação, professor e reitor honorário da Universidade de Lisboa, António Nóvoa propõe que IES criem “casa de formação docente” e se preocupem com a identidade profissional dos futuros professores

Professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, em Portugal, reitor honorário da mesma instituição e autor de mais de 150 publicações sobre ensino e docência editadas em 12 países, António Nóvoa avalia que “historicamente, a universidade manifestou grande indiferença à educação básica” e, consequentemente, à formação de professores nas licenciaturas. Mas, segundo o pesquisador, ainda há formas de o setor se reconciliar com os professores, que são, em verdade, os instrutores básicos de todos os futuros universitários. Read more →

15
Nov 2016
AUTHOR Villas Boas
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