A AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS, INSTITUCIONAL E EM LARGA ESCALA EM CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: LIMITES E POSSIBILIDADES DE INTERLOCUÇÃO

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A AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS, INSTITUCIONAL E EM LARGA ESCALA EM CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: LIMITES E POSSIBILIDADES DE INTERLOCUÇÃO

 Tese de doutorado defendida por Sílvia Lúcia Soares em novembro de 2014, no Programa de Pós-graduação em Educação da UnB

Orientadora: Profa. Dra. Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Objetivo geral

Analisar como estão sendo formados os estudantes de cursos de Licenciaturas (Letras, Matemática e Pedagogia) para desenvolverem os três níveis de avaliação – para as aprendizagens, institucional e em larga escala. Read more →

A avaliação em contexto socioeducativo: perspectivas e desafios na escolarização de jovens em conflito com a lei

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A avaliação em contexto socioeducativo: perspectivas e desafios na escolarização de jovens em conflito com a lei

 

Tese de doutorado defendida por Enílvia Rocha Morato Soares no Programa de Pós-graduação em Educação, da UnB, no dia 05/12/2017

Orientadora: profa. Dra. Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Objetivo geral

O principal objetivo foi analisar a avaliação como componente do trabalho pedagógico organizado e desenvolvido em um Núcleo de Ensino situado no interior de uma Unidade de Internação Socioeducativa – UIS – do Distrito Federal, bem como as implicações das práticas avaliativas desenvolvidas nesse contexto para as aprendizagens dos socioeducandos e de todo o Núcleo de Ensino. Read more →

14
Jan 2018
AUTHOR Villas Boas
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Socioeducação

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Diretrizes pedagógicas: concepções e práticas avaliativas da ENFAM- 2017

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Diretrizes pedagógicas: concepções e práticas avaliativas – 2017

ENFAM – Escola Nacional de Formação de Magistrados

O documento abaixo orienta o processo avaliativo das escolas judiciais de todo o país. Muito válida a iniciativa de construção de diretrizes de avaliação. A função avaliativa é a adotada.

https://bdjur.stj.jus.br/jspui/bitstream/2011/116264/Res_7_Enfam_2017_Diretrizes%20Pedag%C3%B3gicas_%20Enfam_%20Apendice_%20B%20.pdf

18
Dec 2017
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Excertos do resumo do Relatório de Monitoramento Global da Educação UNESCO – 2017/8

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Excertos do resumo do Relatório de Monitoramento Global da Educação UNESCO – 2017/8

Responsabilização na educação: cumprir novos compromissos

Observação: os fragmentos abaixo devem ser lidos e interpretados com criticidade e contextualização. A sua escolha para inserção aqui não significa que tenham todos a nossa aprovação. Há aspectos questionáveis. O site da UNESCO apresenta o relatório na íntegra.

A palavra responsabilização “demonstra a importância que a UNESCO e a comunidade internacional atribuem às funções de revisão e acompanhamento para catalisar e monitorar os progressos”. Read more →

25
Oct 2017
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Um em cada quatro jovens vai abandonar o Ensino Médio até o final do ano

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Um em cada quatro jovens vai abandonar o Ensino Médio até o final do ano

Jornal da Ciência, 17 de outubro de 2017

Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no País nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola

A cada ano, quase três milhões de jovens abandonam a escola no Brasil. É o que apontou o estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens, elaborado pelo Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia (Insper) e divulgado hoje (17).

Ao final deste ano, um em cada quatro jovens entre 15 e 17 anos de idade vão abandonar seus estudos, não vão se matricular para o ano seguinte ou serão reprovados. Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no País nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola. Read more →

17
Oct 2017
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Projeto acaba com a aprovação automática nas escolas

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Grande equívoco: progressão continuada não é sinônimo de promoção automática – questões da educação são de responsabilidade dos educadores profissionais

Projeto acaba com a aprovação automática nas escolas

O Projeto de Lei do Senado 336/2017 proíbe a chamada “progressão continuada” e torna obrigatório para todas as escolas a realização de avaliações de desempenho dos alunos para que eles possam avançar de série

Começou a tramitar no Senado o Projeto de Lei do Senado 336/2017, que proíbe a chamada “progressão continuada” e torna obrigatório para todas as escolas a realização de avaliações de desempenho dos alunos para que eles possam avançar de série. De autoria do senador Wilder Morais (PP-GO), o projeto será examinado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) onde terá decisão terminativa. Se aprovado, poderá seguir para a Câmara dos Deputados, sem passar pelo Plenário do Senado, a menos que seja apresentado recurso com esse objetivo. Read more →

20
Sep 2017
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Livro: Qualidade(s) da Escola Pública: reinventando a avaliação como resistência

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Em seu blog, Luiz Carlos de Freitas comunica que acaba de ser publicado o livro: Qualidade(s) da Escola Pública: reinventando a avaliação como resistência, organizado por Mara Regina Lemes De Sordi, Adriana Varani e Geisa do Socorro Cavalcanti Vaz Mendes (Ed. Navegando, 2017, 380 pgs.).

ACESSE AQUI O E-BOOK GRATUITAMENTE

 

SUMÁRIO DO LIVRO

Prefácio – Luiz Carlos de Freitas

Apresentação – Mara Regina Lemes De Sordi; Adriana Varani; Geisa do Socorro Cavalcanti Vaz Mendes

PARTE I : A formação humana como balizamento avaliativo: caminhos e descaminhos da avaliação da qualidade da escola pública

O direito à formação humana como referente da avaliação – Miguel G. Arroyo

Dimensões da formação humana e qualidade social: referência para os processos avaliativos participativos – Regiane Helena Bertagna

Pela construção de um olhar para as potencialidades da formação humana no cotidiano escolar – Adriana Varani

Uso de indicadores educacionais para a avaliação e monitoramento da qualidade da escola: possibilidades e desafios – Adriana Bauer

A qualidade social da escola pública em confronto com a lógica dos reformadores empresariais – Maria Regina Lemes De Sordi

PARTE II: A qualidade social da escola pública em debate e o projeto OBEDUC: “a qualidade da escola pública: um estudo longitudinal para sustentação da responsabilização partilhada em uma rede de ensino”

Um olhar para os avanços e recuos do processo de avaliação institucional participativa da rede municipal de Campinas – Mônica Cristina Martinez de Moraes; Thaís Carvalho Zanchetta Penteado

Formação humana e os significados das palavras em disputa: afinamento conceitual – Sara Badra de Oliveira

O que as escolas fazem que os testes estandardizados desprezam na avaliação da qualidade? Ouvindo as escolas – Sandra Cristina Tomaz; Margarida Montejano da Silva

As negociações para a definição dos itens da matriz avaliativa: embates quanti-qualitativos – Antonio Carlos Miranda; Regiane Helena Bertagna; Sara Badra de Oliveira

Os meandros da construção de um instrumento voltado à avaliação em larga escala multidimensional – Adilson Dalben; Luana Costa Almeida; Luana Ferrarotto; Antonio Carlos Miranda

Em luta pela qualidade social da escola pública: #SOMOSTODOSOZIEL? – Geisa do Socorro Cavalcanti Vaz Mendes; Mara Regina Lemes de Sordi; Alexandra da Silva Molina

A produção da escuta dos estudantes na construção da qualidade social da escola – Alexandra da Silva Molina; Charles Durães Leite; Iria Aparecida Stahl Merlin; Maria Aparecida Carmona Ianhes Anser; Sandra Cristina Tomaz

Participação como indicador de qualidade social: a visão das famílias sobre a escola – Maria Márcia Sigrist Malavasi; Luana Costa Almeida; Luana Ferrarotto; Jean Douglas Zeferino Rodrigues; Ana Paul Carra Tuschi

A força das palavras das equipes gestoras como recurso contra-regulatório e os silêncios (in)compreensíveis na AIP – Mara Regina Lemes de Sordi

O encontro dos pesquisadores com sua prática e a realidade das escolas: narrativas e aprendizagens processuais – Margarida Montejano da Silva; Adriana Varani; Alexandra da Silva Molina; Maria Aparecida Carmona Ianhes Anser; Sandra Cristina Tomaz; Simone Andrea Gon; Thaís Carvalho Zanchetta Penteado; Jordana de Souza Silva.

20
Sep 2017
AUTHOR Villas Boas
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O GEPA DESEJA QUE 2014 PROPORCIONE PAZ, SAÚDE E GRANDES REALIZAÇÕES

“Ao pensar sobre o dever que tenho, como professor, de respeitar a dignidade do educando, sua autonomia, sua identidade em processo, devo pensar também, como já salientei, em como ter uma prática educativa em que aquele respeito, que sei dever ao educando, se realize em lugar de ser negado. Isto exige de mim uma reflexão crítica permanente sobre minha prática através da qual vou fazendo a avaliação do meu próprio fazer com os educandos. O ideal é que, cedo ou tarde, se invente uma forma pela qual os educandos possam participar da avaliação. É que o trabalho de professor é o trabalho do professor com os alunos e não do professor consigo mesmo” (Paulo Freire, Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa, Editora Paz e Terra, 1998, p. 71).

O GEPA deseja aos que acompanham este blog que o ano de 2014 lhes proporcione paz, saúde e grandes realizações.

26
Dec 2013
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Currículo em Movimento para a Educação Básica

Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Segundo informações contidas no site da SEDF (acesso em 16/01/13), “o Primeiro Ciclo (Educação Infantil) está voltado às crianças de 0 a 3 anos (creche) e 4 e 5 anos; o Segundo Ciclo (Ensino Fundamental I) engloba o Bloco I (BIA – 6,7 e 8 anos) e o Bloco II (4º e 5º anos); o Terceiro Ciclo (Ensino Fundamental II) vai do 6º ao 9º anos e o Quarto Ciclo (Ensino Médio) passa a ter a organização semestral, compreendendo os Blocos I e II, que agrupam as disciplinas por área de conhecimento”.

Segundo o mesmo site, o “primeiro Ciclo terá implantação imediata. O Segundo Ciclo terá implantação imediata em cinco Regionais de Ensino (Recanto das Emas, Santa Maria, São Sebastião, Núcleo Bandeirante e Guará). Nas demais Regionais a implantação será por adesão das escolas, sendo que o prazo para adesão é até sexta (18). O Terceiro Ciclo será implantado apenas nas escolas que aderirem e apresentem as condições para implantação (13 escolas inicialmente). O Quarto Ciclo terá implantação imediata nas 63 escolas, das 86 que ofertam o ensino médio, que detém as condições necessárias estabelecidas pela Subsecretaria de Planejamento e Avaliação (SUPLAV).”

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17
Jan 2013
AUTHOR Villas Boas
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