PBL PILOT: MATCHING PBL WITH TRADITIONAL GRADING

PBL Pilot: Matching PBL With Traditional Grading

January 5, 2015

EDUTOPIA (http://www.edutopia.org)

Matt Weyers

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Photo credit: Matt Weyers

Editor’s Note: Matt Weyers and co-author Jen Dole, teachers at Byron Middle School in Byron, Minnesota, present the fifth installment in a year-long series documenting their experience of launching a PBL pilot program.

Project-based learning has been wonderful. Students are self-reporting how they’re experiencing a deeper level of learning, and parents are saying that their children are actively (and often voluntarily) elaborating on their learning outside of school. We firmly believe that PBL is one of the best teaching methodologies available for the 21st century.

 

The opportunities to assess students on the 4 Cs (creativity, collaboration, communication, and critical thinking) have been endless. Blending all of this into the traditional A-F grading system, however, has on occasion felt like pounding a square peg into a round hole. At this point in the school year, we feel that standards-based grading would be the best and most opportune solution to grading in a PBL environment. We feel fortunate, though, to have the administrative support we need for tackling these challenges. In this post, we’d like to look at some of our challenges, working solutions, and further questions to consider. Continue lendo “PBL PILOT: MATCHING PBL WITH TRADITIONAL GRADING”

 

“SÓ 16 ESCOLAS TÊM TODOS OS DOCENTES FORMADOS NA ÁREA QUE ATUAM ” [SIC]

A redação da reportagem abaixo revela a baixa qualidade do trabalho das escolas de educação básica. Muitos são os erros de escrita. Como querer que nossos jovens se saiam bem na redação do ENEM?

 

“Só 16 escolas têm todos docentes formados na área que atuam

EXAME.com

Apenas 0,1% das escolas brasileiras têm todos os professores formados na área que ensinam

São Paulo – De todas as mais de 14,7 mil escolas que participaram do Enem 2013, apenas 0,1% tem em seu quadro de docentes apenas professores que sejam graduados nas áreas em que lecionam.

Na prática, isso significa que em apenas 16 escolas, os professores de matemática têm licenciatura em matemática, os de física em física, e assim por diante – ao contrário do que acontece nas outras 99,9%, onde é comum ver um professor formado em física dando aula de matemática, por exemplo.

Entre estas 16 escolas, 4 são estaduais. Todas abrigam menos de 200 alunos e apenas uma tem alunos de baixo nível socioeconômico.

Segundo um levantamento feito pelo movimento Todos Pela Educação, 52% dos professores do Ensino Médio de todas as redes de ensino do Brasil não são formados na disciplina que lecionam.

Quase a totalidade dos professores (95,3%) que lecionam as disciplinas obrigatórias do Ensino Médio têm curso superior e a grande maioria (77,9%) têm licenciatura, mas apenas 48,3% possui licenciatura específica para dar aulas nessas áreas do conhecimento.

Física é a disciplina com um dos menores percentuais de professores graduados, com apenas 19,2%.”

 

 

 

INTERNATIONAL TEST SCORES PREDICT NOTHING

Diane Ravitch Become a fan

Research Professor of Education, New York University; Author, ‘Reign of Error’

 

International Test Scores Predict Nothing

Posted: 12/31/1969 7:00 pm EST Updated: 10/24/2013 8:31 am EDT

Uh-oh! Another study has appeared warning that we are falling behind other nations on international standardized tests.

The National Assessment Governing Board released the results of a study comparing the performance of U.S. states to nations that participated in the 2011 TIMSS.

Students in most U.S. states were above the international average but the nations known for their test-taking culture dominated the results. That is, the top performing nations were Singapore, Korea, Chinese Taipei, and Japan.

The usual hand-wringers were wringing their hands about how awful we were, how terribly we compare to those at the top.

The reporters from the New York Times and the Washington Post tried to reach me but I was at an all-day event in Vermont-New Hampshire and did not see their messages.

If I had responded, I would have said this: International test scores do not predict the economic future. Once a nation is above a basic threshold of literacy, the numbers reflect how good that nation is at test-taking. They are meaningless as economic predictors. Continue lendo “INTERNATIONAL TEST SCORES PREDICT NOTHING”

 

MILAGRE PERNAMBUCANO: MAIS COMENTÁRIOS DE QUEM VIU

Milagre pernambucano: mais comentários de quem viu

Publicado em 15/01/2015 por Luiz Carlos de Freitas, no blog do Freitas

Um leitor envia o seguinte comentário:

“Prof. Freitas, a sua hipótese para a evasão da EJA [em Pernambuco] está corretíssima. O governo começou no primeiro mandato Campos com a correção de fluxo através do programa Travessia, da Fundação Roberto Marinho. Paralelo ao projeto, que tinha como principal chamariz o término do ensino médio em metade do tempo, 1 ano e meio.

No segundo governo, ele também reduziu o EJA MÉDIO, ou seja, a EJA regular, para metade do tempo e diminuiu bastante as turmas de travessia. Com isso, os alunos com “perfil problemático” para os resultados, os fora de faixa, os alunos trabalhadores, foram sendo canalizados para o projeto e depois para o EJA da própria rede que se tornou uma máquina de emitir certificação de conclusão.

Para se ter uma ideia, foi estabelecido que o aluno que já tivesse cursado o ensino médio regular (1 ano) podia se matricular direto no 3º ano da EJA. Quer dizer, e a questão do currículo? e o que o aluno deveria aprender do programa do 2º ano e que não estudou no primeiro regular, para onde foi? não importa. Continue lendo “MILAGRE PERNAMBUCANO: MAIS COMENTÁRIOS DE QUEM VIU”

 

PROFESSORES E AS SUPER ESTRELAS

Opinião: Professores e as superestrelas

09 de janeiro de 2015

“Todas as semanas os alunos das escolas públicas da América Latina e do Caribe perdem o equivalente a um dia completo de aula por causa do absenteísmo, da baixa qualificação e do nível salarial dos docentes”, afirma Jorge Familiar

Fonte: Valor Econômico (SP)

Para a América Latina, 2014 não foi um ano tão positivo quanto imaginávamos. Cultivávamos a expectativa de que um país latino-americano ganhasse a Copa do Mundo, trazendo novamente o troféu para as Américas. E falando sobre tema mais sério, também tínhamos a esperança de que o crescimento econômico da região mantivesse um ritmo constante, embora mais lento. No entanto, de acordo com os mais recentes prognósticos, a região poderá crescer apenas 1% este ano. Levando em conta o aumento populacional, isso significa que a renda média per capita dos latino-americanos não progrediu nos últimos 12 meses.

O crescimento não chegará com facilidade. Uma expansão promovida por matérias-primas, como a que a América Latina apresentou na última década, dificilmente se repetirá, considerando a menor demanda mundial por seus produtos, em particular da China. E como se isso não bastasse, o custo para financiar o desenvolvimento vai provavelmente aumentar nos próximos anos, à medida que a política monetária dos Estados Unidos muda a sua orientação. As históricas conquistas sociais obtidas pela região nos últimos dez anos correm perigo. A América Latina terá que depender de seus próprios recursos se quiser retornar ao caminho do crescimento com a equidade que possibilitou esses avanços.

Relatório do Banco Mundial mostra que todas as semanas os Alunos das Escolas públicas da América Latina e do Caribe perdem o equivalente a um dia inteiro de aula por causa do absenteísmo, da baixa qualificação e do nível salarial dos Docentes. Continue lendo “PROFESSORES E AS SUPER ESTRELAS”

 

BRASIL: PÁTRIA EDUCADORA. SERÁ POSSÍVEL? QUANDO?

BRASIL: PÁTRIA EDUCADORA. SERÁ POSSÍVEL? QUANDO?

Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Com tristeza e desencanto tomei conhecimento ontem do corte de R$ 600 milhões nos gastos mensais discricionários (não obrigatórios) destinados ao setor educacional. A pasta da Educação sofreu o maior bloqueio provisório das despesas de custeio dos 39 ministérios do governo. Provisório até quando? As escolas de educação básica precisam urgentemente de recursos para desenvolverem o trabalho que a sociedade requer e merece receber.

Outra constatação entristecedora: para comemorar os 80 anos de existência da USP, a Revista FAPESP de dezembro/2014 vem acompanhada de uma edição especial com o título: USP 80 anos. Em 82 páginas são apresentados textos que descrevem as atividades significativas da instituição durante esse tempo. Para quem não sabe, a primeira universidade brasileira é a Universidade do Rio de Janeiro, criada em 1920. Em segundo lugar vem a Universidade Federal de Minas Gerais, criada em 1927. A USP data de 1934.

Os artigos da revista versam sobre: Medicina/cardiologia/institutos/pesquisa básica; Biologia/genética/zoologia/botânica; Ciências Exatas da Terra/Física e Química/astronomia e geociências; Oceanografia, Engenharias e Agronomia. Nenhuma palavra sobre EDUCAÇÃO. Quando foi criada a Faculdade de Educação? Que serviço presta à formação de professores? Quais pesquisas relevantes têm sido produzidas? Quais são suas contribuições ao trabalho da escola de educação básica?

Dificilmente chegaremos a construir uma pátria educadora. Estarão os professores universitários dispostos a assumir sua responsabilidade nesse processo? Parece que o interesse maior é a publicação desenfreada e, às vezes, até repetitiva, de artigos em periódicos altamente qualificados. O resto é resto.