A “educação no país”, na visão dos Mesquitas

A “educação no país”, na visão dos Mesquitas

Por Luiz Carlos de Freitas, no blog do Freitas, em 23/05/2018

Os Mesquitas, donos do Jornal Estadão, publicam um balanço da “educação no País” em Editorial de seu jornal, baseado em “levantamentos da FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – e do IBGE (Pnad). O Jornal prima por ser o porta voz do empresariado conservador do Estado de São Paulo. Neste breve editorial de […]

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Pisa, um ilustre desconhecido dentro da escola

JC Notícias – 21/05/2018

Pisa, um ilustre desconhecido dentro da escola

Estadão acompanha em São Paulo aplicação do maior exame mundial

Como a avaliação é desprezada e desvalorizada dentro da escola! A reportagem abaixo relata que, poucos dias antes, um grupo de estudantes de uma escola descobriu que havia sido selecionado para realizar a prova do Pisa, a maior avaliação de estudantes do mundo. Certamente não sabia o que é o Pisa, a quem é aplicado e para que serve. Se há dificuldades de entendimento da avaliação para as aprendizagens, outras a ela se associam quando nos referimos à avaliação em larga escala e à institucional.

“Em uma sala de 2º ano do fundamental, decorada com um alfabeto colorido, jovens de 15 anos se esforçam para representar bem o Brasil. Antes de começar, coincidentemente, cantaram o Hino Nacional no pátio da escola – um procedimento de toda quarta-feira. Ninguém usa lápis e papel. Nos notebooks, há questões de Português, Matemática e Ciência. Crianças pequenas passam pelo corredor e o som alto de vozes e risadas invade a classe. Uma delas até tenta abrir a porta e é repreendida pela professora. Três horas depois, o tempo acaba para o grupo de 19 alunos da zona leste da capital. Poucos dias antes, eles descobriram que haviam sido selecionados para realizar a prova do Pisa, a maior avaliação de estudantes do mundo”.

Veja o texto na íntegra: O Estado de S. Paulo

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Plataformas de aprendizagem: riscos e recomendações

Plataformas de aprendizagem: riscos e recomendações

Publicado em 21/05/2018 por Luiz Carlos de Freitas em Avaliação educacional – blog do Freitas

Além dos riscos e recomendações apontados pelo autor do blog, acrescentamos o de essas plataformas de aprendizagem induzirem as escolas a organizarem seu processo avaliativo a partir dos “atrativos” nelas incluídos ou até mesmo aceitarem o que “recomendam”. Sabemos que a avaliação se articula aos objetivos, conteúdos e à metodologia. Professores, coordenadores pedagógicos e gestores precisam analisar com criticidade a quem essas iniciativas beneficiam. Além disso, cabe aos cursos de formação inicial de professores conhecerem-nas e discuti-las com os futuros docentes. Os formadores não podem ficar alheios a essa discussão. É imperioso que estejam antenados.

A seguir, a publicação do Freitas.

Cada vez mais as escolas estarão sendo assediadas para aceitar a introdução de plataformas de aprendizagem e materiais instrucionais digitais pré-fabricados. A implantação de uma base nacional comum obrigatória potencializará este processo ao criar um mercado nacional. O próprio Ministério da Educação já induz este caminho ao apoiar tais iniciativas em associação com a iniciativa privada.

Na forma como tem sido utilizada a tecnologia educativa, além do impacto na desqualificação do próprio processo formativo dos alunos e professores, uma série de outras preocupações – incluindo a coleta de dados pessoais dos estudantes – precisa entrar no radar dos pais, professores e estudantes.

O National Education Policy Center publicou a décima nova edição (2017) do relatório sobre os riscos e tendências de comercialização de programas de computação e plataformas de aprendizagem nas escolas e faz importantes alertas para os pais e profissionais da educação na adoção destes: “Asleep at the switch: schoolhouse commercialism, student privacy, and the failure of policymaking”, escrito por Faith Boninger, Alex Molnar, e Kevin Murray, School of Education, University of Colorado Boulder.

Resumo:

À medida que as escolas continuam a integrar tecnologias em todos os aspectos da vida escolar, essas tecnologias estão sendo aproveitadas para ampliar o marketing corporativo e a lucratividade das empresas, ampliando o alcance das atividades de comercialização em todos os aspectos da vida escolar dos alunos. Embora os esforços do marketing voltado para a escola sejam muitas vezes chamados de “inovadores” e “prontos para uso”, muitos deles são pouco mais do que estratégias de marketing reformuladas que, ao longo dos anos, foram vistas repetidas vezes.

A crescente confiança das escolas na tecnologia educacional intensificou o tipo de marketing voltado para a escola que estudamos há anos: (1) apropriação do espaço de propriedade escolar, (2) programas e atividades patrocinados, (3) acordos de exclusividade, (4) patrocínio de materiais educacionais suplementares, (5) programas de incentivo, (6) captação de recursos e (7) marketing digital.

No entanto, além do objetivo tradicional de fornecer exposição de marca, a tecnologia de educação agora envolve os alunos em atividades que facilitam a coleta de dados pessoais valiosos e que levam os alunos a aceitar essa vigilância como normal.

O relatório deste ano foca principalmente em como os avanços tecnológicos, a atração da “individualização” e a regulamentação negligente estimulam a coleta de dados pessoais e sobrecarregam os esforços para proteger a privacidade das crianças. Entidades com fins lucrativos estão aumentando a dependência da tecnologia educacional com o objetivo de transformar a educação em um centro de lucro cada vez maior – vendendo hardware, software e serviços tecnológicos para as escolas; usando tecnologia para reduzir custos de pessoal; criando clientes fiéis à marca; e cada vez mais, transformando os dados dos alunos em um produto comercializável.

O objetivo do lucro, por sua vez, pode muitas vezes distorcer e diminuir a qualidade da educação que as crianças recebem. As crenças dominantes atualmente associadas à tecnologia e ao desenvolvimento econômico estão levando escolas e distritos a mudar suas políticas, pagar enormes somas de dinheiro a fornecedores privados e criar sistemas para divulgar grandes quantidades de informações pessoais de crianças a empresas de tecnologia educacional.

Os aplicativos de educação, particularmente aqueles que tentam “personalizar” o aprendizado do aluno, são alimentados por algoritmos proprietários que podem prejudicar as crianças à medida que implementam teorias de aprendizado sem que os formuladores de políticas ou professores possam examinar como eles funcionam ou como os dados dos alunos estão sendo usados.

Ao adotar esses aplicativos e encorajar ou exigir que os alunos os usem, as escolas efetivamente canalizam as crianças para uma “economia de vigilância” que coleta seus dados para obter lucro, incentivando-os a adotar uma visão de mundo individualista e consumista. Neste contexto, a formulação de políticas para proteger a privacidade das crianças ou para avaliar a qualidade da tecnologia educacional que eles usam varia de inadequada a inexistente.

Recomendações:

Os tomadores de decisão não devem confiar na autorregulamentação da indústria para proteger a privacidade das crianças e a qualidade de sua educação. Em vez disso, legisladores e formuladores de políticas devem criar políticas claras apoiadas por sanções fortes e exequíveis ​​que:

  • Proibam as escolas de coletar dados pessoais de alunos, a menos que estejam em vigor proteções rigorosas, facilmente compreensíveis para seu uso apropriado, proteção e disposição final de tais dados.
  • Tornar as escolas, distritos e empresas que têm acesso a dados de alunos responsáveis ​​por violações da privacidade do aluno.
  • Exigir que os algoritmos dos softwares educacionais estejam abertamente disponíveis para exame por educadores e pesquisadores.
  • Proibir a adoção de aplicativos de software educacional que dependam de algoritmos a menos que uma análise feita por especialistas independentes examine os algoritmos para verificação de vieses e erros, e a menos que dados válidos tenham mostrado que os algoritmos produzem os resultados anunciados.
  • Exigir avaliações independentes sobre a validade e utilidade das tecnologias, e as potenciais ameaças que representam para o bem-estar dos estudantes, a serem conduzidas e corrigidas antes da adoção. Além disso, os pais, professores e administradores – como indivíduos e através de suas organizações – devem trabalhar para divulgar tanto as ameaças que as tecnologias educacionais não regulamentadas representam para as crianças, quanto a importância de se permitir o acesso aos algoritmos que potencializam os softwares educacionais.Veja mais publicações aqui.

 

Publicado em 21/05/2018 por Luiz Carlos de Freitas em Avaliação educacional – blog do Freitas

Além dos riscos e recomendações apontados pelo autor do blog, acrescento o de essas plataformas de aprendizagem induzirem as escolas a organizarem seu processo avaliativo a partir dos “atrativos” nelas incluídos ou até mesmo aceitarem o que “recomendam”. Sabemos que a avaliação se articula aos objetivos, conteúdos e à metodologia. Professores, coordenadores pedagógicos e gestores precisam analisar com criticidade a quem essas iniciativas beneficiam. Além disso, cabe aos cursos de formação inicial de professores conhecerem-nas e discuti-las com os futuros docentes. Os formadores não podem ficar alheios a essa discussão. É imperioso que estejam antenados.

A seguir, a publicação do Freitas.

Cada vez mais as escolas estarão sendo assediadas para aceitar a introdução de plataformas de aprendizagem e materiais instrucionais digitais pré-fabricados. A implantação de uma base nacional comum obrigatória potencializará este processo ao criar um mercado nacional. O próprio Ministério da Educação já induz este caminho ao apoiar tais iniciativas em associação com a iniciativa privada.

Na forma como tem sido utilizada a tecnologia educativa, além do impacto na desqualificação do próprio processo formativo dos alunos e professores, uma série de outras preocupações – incluindo a coleta de dados pessoais dos estudantes – precisa entrar no radar dos pais, professores e estudantes.

O National Education Policy Center publicou a décima nova edição (2017) do relatório sobre os riscos e tendências de comercialização de programas de computação e plataformas de aprendizagem nas escolas e faz importantes alertas para os pais e profissionais da educação na adoção destes: “Asleep at the switch: schoolhouse commercialism, student privacy, and the failure of policymaking”, escrito por Faith Boninger, Alex Molnar, e Kevin Murray, School of Education, University of Colorado Boulder.

Resumo:

À medida que as escolas continuam a integrar tecnologias em todos os aspectos da vida escolar, essas tecnologias estão sendo aproveitadas para ampliar o marketing corporativo e a lucratividade das empresas, ampliando o alcance das atividades de comercialização em todos os aspectos da vida escolar dos alunos. Embora os esforços do marketing voltado para a escola sejam muitas vezes chamados de “inovadores” e “prontos para uso”, muitos deles são pouco mais do que estratégias de marketing reformuladas que, ao longo dos anos, foram vistas repetidas vezes.

A crescente confiança das escolas na tecnologia educacional intensificou o tipo de marketing voltado para a escola que estudamos há anos: (1) apropriação do espaço de propriedade escolar, (2) programas e atividades patrocinados, (3) acordos de exclusividade, (4) patrocínio de materiais educacionais suplementares, (5) programas de incentivo, (6) captação de recursos e (7) marketing digital.

No entanto, além do objetivo tradicional de fornecer exposição de marca, a tecnologia de educação agora envolve os alunos em atividades que facilitam a coleta de dados pessoais valiosos e que levam os alunos a aceitar essa vigilância como normal.

O relatório deste ano foca principalmente em como os avanços tecnológicos, a atração da “individualização” e a regulamentação negligente estimulam a coleta de dados pessoais e sobrecarregam os esforços para proteger a privacidade das crianças. Entidades com fins lucrativos estão aumentando a dependência da tecnologia educacional com o objetivo de transformar a educação em um centro de lucro cada vez maior – vendendo hardware, software e serviços tecnológicos para as escolas; usando tecnologia para reduzir custos de pessoal; criando clientes fiéis à marca; e cada vez mais, transformando os dados dos alunos em um produto comercializável.

O objetivo do lucro, por sua vez, pode muitas vezes distorcer e diminuir a qualidade da educação que as crianças recebem. As crenças dominantes atualmente associadas à tecnologia e ao desenvolvimento econômico estão levando escolas e distritos a mudar suas políticas, pagar enormes somas de dinheiro a fornecedores privados e criar sistemas para divulgar grandes quantidades de informações pessoais de crianças a empresas de tecnologia educacional.

Os aplicativos de educação, particularmente aqueles que tentam “personalizar” o aprendizado do aluno, são alimentados por algoritmos proprietários que podem prejudicar as crianças à medida que implementam teorias de aprendizado sem que os formuladores de políticas ou professores possam examinar como eles funcionam ou como os dados dos alunos estão sendo usados.

Ao adotar esses aplicativos e encorajar ou exigir que os alunos os usem, as escolas efetivamente canalizam as crianças para uma “economia de vigilância” que coleta seus dados para obter lucro, incentivando-os a adotar uma visão de mundo individualista e consumista. Neste contexto, a formulação de políticas para proteger a privacidade das crianças ou para avaliar a qualidade da tecnologia educacional que eles usam varia de inadequada a inexistente.

Recomendações:

Os tomadores de decisão não devem confiar na autorregulamentação da indústria para proteger a privacidade das crianças e a qualidade de sua educação. Em vez disso, legisladores e formuladores de políticas devem criar políticas claras apoiadas por sanções fortes e exequíveis ​​que:

  • Proibam as escolas de coletar dados pessoais de alunos, a menos que estejam em vigor proteções rigorosas, facilmente compreensíveis para seu uso apropriado, proteção e disposição final de tais dados.
  • Tornar as escolas, distritos e empresas que têm acesso a dados de alunos responsáveis ​​por violações da privacidade do aluno.
  • Exigir que os algoritmos dos softwares educacionais estejam abertamente disponíveis para exame por educadores e pesquisadores.
  • Proibir a adoção de aplicativos de software educacional que dependam de algoritmos a menos que uma análise feita por especialistas independentes examine os algoritmos para verificação de vieses e erros, e a menos que dados válidos tenham mostrado que os algoritmos produzem os resultados anunciados.
  • Exigir avaliações independentes sobre a validade e utilidade das tecnologias, e as potenciais ameaças que representam para o bem-estar dos estudantes, a serem conduzidas e corrigidas antes da adoção. Além disso, os pais, professores e administradores – como indivíduos e através de suas organizações – devem trabalhar para divulgar tanto as ameaças que as tecnologias educacionais não regulamentadas representam para as crianças, quanto a importância de se permitir o acesso aos algoritmos que potencializam os softwares educacionais.Veja mais publicações aqui.

 

 

Há oposição entre a avaliação somativa e a formativa?

Há oposição entre a avaliação somativa e a formativa?

Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Recentemente li um roteiro de discussão sobre avaliação, elaborado por uma escola de educação básica, que dizia que a avaliação somativa exclui (os estudantes) e a formativa inclui (os estudantes). Este é um exemplo de compreensão de que estas duas funções avaliativas se opõem. É um equívoco que precisa ser reparado.

A avaliação formativa, por promover as aprendizagens, tem o propósito de incluir todos os estudantes nesse processo. Ela quer que todos aprendam tudo o que for necessário para o prosseguimento dos estudos. Não se interessa por notas e por promoção de um ano a outro. A existência de notas não é um empecilho para que ocorra. Contudo, nesse contexto, são vistas como decorrência do processo de avaliação. Trabalha-se para que estudantes, professores e pais/responsáveis assim as considerem. Afinal de contas, ainda há um caminho a percorrer até que percam seu reinado. Continue lendo “Há oposição entre a avaliação somativa e a formativa?”

 

A proposta de BNCC do ensino médio: alguns pontos para o debate

JC Notícias – 15/05/2018

A proposta de BNCC do ensino médio: alguns pontos para o debate

A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação divulga nota a respeito de pontos da BNCC para o Ensino Médio

A ANPEd, ciente de seu compromisso histórico com “o desenvolvimento da ciência, da educação e da cultura, dentro dos princípios da participação democrática, da liberdade e da justiça social” interroga a Base Nacional Comum Curricular para o Ensino Médio tornada pública e entregue ao CNE em 03 de abril. Continue lendo “A proposta de BNCC do ensino médio: alguns pontos para o debate”

 

Ajuda demais atrapalha

O Globo

Ajuda demais atrapalha

por Antônio Gois

14/05/2018 06:00

Novos estudos mostram que a presença excessiva de pais na hora do dever de casa limita a autonomia e prejudica o desempenho dos alunos

No imaginário do que fazem pais zelosos, certamente há a figura da mãe ou pai que diariamente senta ao lado do filho para acompanhá-lo nas lições de casa. Além de ser uma demonstração de valorização dos estudos, a atitude é entendida também como uma oportunidade de ajudar as crianças em tarefas escolares. Um conjunto de estudos recentes, porém, indica que essa prática, a depender de como é executada, pode acabar prejudicando o desenvolvimento do aluno. Continue lendo “Ajuda demais atrapalha”

 

Enem sem terrorismo

JC Notícias – 14/05/2018

Enem sem terrorismo

Ficam para trás as listas de conteúdos exigidos de forma exaustiva em concursos vestibulares, afirma Maria Inês Fini, presidente do Inep, em artigo no Estadão

Muito se especula sobre o destino do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da reforma do ensino médio e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Nenhum dos “palpiteiros de plantão”, entretanto, considerou consultar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia do Ministério da Educação (MEC) responsável pelo exame.

Veja o texto na íntegra: O Estado de S. Paulo

 

 

Quatro em cada 10 professores não têm formação adequada, diz ministro

Quatro em cada 10 professores não têm formação adequada, diz ministro

Publicado em 09/05/2018 – 17:05

Por Débora Brito – Repórter da Agência Brasil Brasília

Quatro em cada 10 professores que estão em sala de aula hoje no Brasil não têm a formação adequada para lecionar. A informação foi dada nesta quarta-feira (9) pelo ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, em apresentação na comissão temática da Câmara dos Deputados. Segundo o ministro, em algumas disciplinas, como física e filosofia, o percentual de professores de ensino médio que têm título acadêmico para dar aula gira em torno apenas de 30%. Continue lendo “Quatro em cada 10 professores não têm formação adequada, diz ministro”

 

Nenhuma sociedade pode ser bem-sucedida sem uma boa Educação

JC Notícias – 09/05/2018

Nenhuma sociedade pode ser bem-sucedida sem uma boa Educação

Para a educadora norte-americana Linda Darling-Hammond, a formação de professores não é completa se não houver salários competitivos

A professora norte-americana Linda Darling-Hammond afirma que o grande indicador do sucesso de um aluno é a habilidade de aprender coisas novas e melhorar seu repertório à medida que desenvolve capacidades para criar, colaborar e solucionar problemas. “As sociedades estão mudando muito rapidamente”, disse em sua palestra no evento Ciclo de Debates: A Formação dos Professores no Contexto da BNCC, em São Paulo, iniciativa do Instituto Ayrton Senna e Fundação Itaú Social. “Os alunos estão trabalhando na resolução de problemas que são novos para nós. Eles estão aprendendo coisas que nós ainda estamos inventando”.

Leia na íntegra: Revista Nova Escola