DIRETRIZES DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL DA SEEDF: MOVIMENTO DE IMPLEMENTAÇÃO

DIRETRIZES DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL DA SEEDF: MOVIMENTO DE IMPLEMENTAÇÃO

Por: Erisevelton Silva Lima – Doutor em

Educação pela Universidade de Brasília – UnB

 

O documento Diretrizes de Avaliação Educacional (2014/2016), recentemente aprovado pelo Conselho de Educação do Distrito Federal – CEDF, entrou noutra etapa de singular importância: encontros, reuniões, palestras, conversas sobre seu teor e sua colocação em prática na rede pública de ensino do Distrito Federal. A rede local possui 656 escolas, 17 Centros de Educação da Primeira Infância – CEPIS e mais 64 instituições conveniadas que são orientadas pelas normas técnico-pedagógicas que emanam da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal – SEEDF. Continue lendo “DIRETRIZES DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL DA SEEDF: MOVIMENTO DE IMPLEMENTAÇÃO”

 

A MÉTRICA NA EDUCAÇÃO

http://revistaeducacao.uol.com/textos

Acesso em 13/08/2014

 

Políticas Públicas

 

Agosto/2014

Meritocracia | Edição 208

A métrica da educação

 

No momento em que os Estados Unidos rediscutem suas políticas meritocráticas no campo educacional, o Brasil atrela resultados à cobrança de desempenho dos professores. Mas, afinal, qual o impacto dessas ações para o ensino-aprendizagem?

Cristina Charão Colaborou Lia Segre

 

Regina Miyeko Oshiro, professora de história na Escola Estadual Moacyr Campos (SP)

Em 2001, o então presidente americano Geor­ge W. Bush aprovava a lei No Child Left Behind (NCLB ou Nenhuma Criança Deixada para Trás), que instituía a primeira grande política de meritocracia do país. Começava a era das métricas para aferição de “avanço anual” dos alunos, e a consequente responsabilização dos atores educacionais por esse desempenho. Hoje, nos Estados Unidos, a utilização desses resultados para avaliar o trabalho docente sofre duras críticas. No Brasil, diversos estados possuem políticas de bonificação de professores por mérito, e o recém-sancionado Plano Nacional da Educação (PNE) incluiu menção a “políticas de estímulo às escolas que melhorarem o desempenho no Ideb”. Em meio à discussão americana sobre um processo que dura mais de uma década, e a tendência brasileira por adotar políticas meritocráticas, a questão que se coloca é: como medir o desempenho dos professores? E, sendo essa a base para políticas de “reconhecimento”, elas surtem efeito no processo de ensino-aprendizagem?

De forma geral, no Brasil e no resto do mundo as políticas têm sido desenhadas com dois traços centrais: a mensuração do mérito do docente associada ao desempenho dos estudantes, especialmente através de testes padronizados, e a remuneração variável – ou pagamento de bônus por desempenho. Com isso, pesquisadores críticos ao método argumentam que as ações de cunho meritocrático carregam consigo também a noção de responsabilização do professor pelos resultados alcançados pelos alunos. Em outros termos: quando se associa o mérito do educador ao resultado obtido pelo aluno está se afirmando que o educador é o responsável direto por este resultado. Continue lendo “A MÉTRICA NA EDUCAÇÃO”

 

UNIFICAR E INTERNACIONALIZAR AS LUTAS PARA BARRAR A MERCANTILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Fonte: clipping da ADUNB, DE 10/08/2014

 

Unificar e internacionalizar as lutas para barrar a mercantização da Educação

Esta foi a síntese da mesa que debateu “Conjuntura, lutas sociais e educação”, na abertura do Encontro Nacional de Educação, no sábado pela manhã

A conferência que abriu os trabalhos do Encontro Nacional de Educação (ENE), no sábado (9), pela manhã tinha como objetivo subsidiar os grupos de debates que aconteceriam à tarde. A mesa com o tema “Conjuntura, lutas sociais e educação” foi composta pela professora mexicana Maria Luz Arriaga, pelo professor do Instituto Federal de São Paulo, Valério Arcary, e pelo professor da UFRJ, Roberto Leher.

A mediação feita pela presidente do ANDES-SN, Marinalva Oliveira, elencou os eixos centrais que permeariam a mesa e todas as discussões do Encontro: privatização e mercantilização, financiamento, precarização das condições de trabalho, acesso e permanência, democratização da educação, passe livre e transporte público. “Esse Encontro foi aprovado nas entidades nacionais e a partir das discussões e acúmulos feitos pela base. O nosso objetivo central e construir a unidade com os movimentos populares em defesa da educação pública”, disse Marinalva. Continue lendo “UNIFICAR E INTERNACIONALIZAR AS LUTAS PARA BARRAR A MERCANTILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO”

 

LIVRO “BUILDING A BETTER TEACHER” (CONSTRUINDO UM PROFESSOR MELHOR)

LIVRO “BUILDING A BETTER TEACHER” (CONSTRUINDO UM PROFESSOR MELHOR)

Publicado em http://gepa-avaliacaoeducacional.com.br

Acaba de ser lançado nos Estados Unidos o livro “Building a Better Teacher” (Construindo um Professor Melhor), resultado de um trabalho de seis anos da jornalista Elizabeth Green, que acompanhou professores em salas de aula ao redor do mundo e mapeou as experiências mais bem-sucedidas em seu país na área de formação de educadores. Levando em conta o contexto americano, Green ressalta que o debate em relação à qualificação docente é polarizado por dois extremos que cometem esse mesmo erro. De um lado estão os defensores de políticas de avaliação docente, como os integrantes da Fundação Bill Gates e o economista Eric Hanushek. Segundo este último, por meio da identificação de bons e maus professores e da demissão dos piores, seria possível dar um salto de qualidade na educação. Continue lendo “LIVRO “BUILDING A BETTER TEACHER” (CONSTRUINDO UM PROFESSOR MELHOR)”

 

CAMPINAS: PROFESSORES QUESTIONAM

Campinas: professores questionam

Publicado em 09/08/2014 por Luiz Carlos de Freitas no Blog do Freitas

COLETIVO DE EDUCADORES DA REDE MUNICIPAL DE  CAMPINAS

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO

A LUTA POR UMA ESCOLA PÚBLICA DE QUALIDADE É DE TODOS!

No início do ano 2013, a Prefeitura de Campinas assinou um convênio com a organização FALCONI/COMUNITAS, que prevê a implantação de um modelo de gestão empresarial na rede municipal de ensino de Campinas.

Nós, do Coletivo de Educadores, somos contra este convênio e a atuação de consultoria privada na gestão de nossas escolas!

Não queremos isso para a nossa rede! Então, o que nós queremos?

Queremos uma educação pública de qualidade para todos e gerida pelo poder público. E isso significa:  – Escolas com estrutura física bem cuidada; com laboratórios de informática com equipamentos novos e acesso à internet em todos os computadores; com biblioteca funcionando em todos os períodos; salas de aula bem cuidadas, com iluminação e ventilação adequadas;  – Escolas com quadro completo de funcionários e professores; -  Escolas com professores com boa formação, com bons salários e com tempos adequados para prepararem e planejarem suas aulas; -  Escolas com gestão democrática, que possibilita a participação de toda a comunidade na gestão e tomada de decisões sobre o projeto da escola;  – Escolas com material didático e pedagógico de qualidade que contribua para a aprendizagem de todas as crianças; -  Escolas onde os alunos são respeitados e tem garantido o seu direito de aprender. Continue lendo “CAMPINAS: PROFESSORES QUESTIONAM”

 

A AVALIAÇÃO E O DESCOMPASSO ENTRE A IDADE-ANO ESCOLAR: PRODUZINDO E TENTANDO CORRIGIR PREJUÍZOS

A AVALIAÇÃO E O DESCOMPASSO ENTRE IDADE-ANO ESCOLAR:

PRODUZINDO E TENTANDO CORRIGIR PREJUÍZOS

Enílvia Rocha Morato Soares

Professora da Secretaria de Educação do DF

Doutoranda em Educação na UnB

Publicado em http://gepa-avaliacaoeducacional.com.br

09/08/2014

 

Estudos recentes que tratam da avaliação afirmam ser esta uma prática que tem na aprendizagem seu par indissociável. Considerando que a escola constitui espaço em que o ato de avaliar é legalmente instituído e, também por isso, potencialmente realizado, o esperado seria que as aprendizagens ocorressem na mesma proporção. No entanto, dados recentes quanto ao número elevado de reprovações, baixos índices de desempenhos nos exames externos e crescente aumento de estudantes com idade defasada em relação ao ano em curso comprovam não ser tão harmônica assim essa parceria. Continue lendo “A AVALIAÇÃO E O DESCOMPASSO ENTRE A IDADE-ANO ESCOLAR: PRODUZINDO E TENTANDO CORRIGIR PREJUÍZOS”