Homeschooling virá por MP

 

 

Homeschooling virá por MP

por Luiz Carlos de Freitas

O governo decidiu regulamentar o ensino em casa (homeschooling) através de Medida Provisória. O STF – Supremo Tribunal Federal – havia dado parecer contrário à medida, mas deixou aberta a possibilidade de ele viesse a ser regulamentado, conforme comentamos aqui. O governo vai aproveitar esta brecha e regulamentar através de MP. A MP está entre […]

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Luiz Carlos de Freitas | 23/01/2019 às 6:22 PM | Tags: Direto do fundo do poço | Categorias: Assuntos gerais, Privatização | URL: https://wp.me/p2YYSH-6L8

Projeto ensina física moderna a professores da rede pública que lutam contra a falta de estrutura

 

Experiência fantástica para esses professores. Contudo, só a formação continuada não basta. As escolas precisam de condições que garantam a sua implementação. Os professores buscam aprimorar sua formação, mas seu trabalho não é valorizado nem seu local de trabalho contribui para manter seu entusiamo pela profissão.

JC Notícias – 21/01/2019

Projeto ensina física moderna a professores da rede pública que lutam contra a falta de estrutura

Docentes de 16 estados e do DF fizeram uma imersão no Centro Nacional de Pesquisas de Energias e Materiais, em Campinas (SP), para levar ideias às salas de aula de ciências

Escolas sem infraestrutura, ausência de laboratórios, falta de energia e pouco interesse dos alunos. A lista de problemas é extensa e comum a realidade de vários professores da rede pública que tiveram a chance de conhecer de perto estruturas científicas que só tinham visto em filmes. Por uma semana, docentes de 16 estados e do Distrito Federal fizeram uma imersão no Centro Nacional de Pesquisas de Energias e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), com o objetivo de levar ideias da física moderna às salas de aula onde atuam.

“Isso aqui é um grande incentivador para que os professores continuem na luta pela educação, nossa bandeira é educação. Venho de um estado isolado, onde não tem energia (…). Isso aqui para meus alunos e professores é um grande presente”, afirma Dulce Andréa Uchôa de Oliveira, de Boa Vista (RR).

Leia na íntegra: G1

Apologia do desastre

 

JC Notícias – 21/01/2019

Apologia do desastre

“Desde o início do século passado, nossos principais indicadores educacionais contam uma história de melhoria constante, mas em ritmo insuficiente. Negar que os avanços ocorreram em nada contribui para o diagnóstico do muito que ainda precisa ser feito”

Pior do que está, não fica. O quadro atual da educação brasileira é tão desastroso que qualquer mudança deve ser celebrada, pois, na pior das hipóteses, ao menos estaríamos tentando algo novo. Esse foi o argumento utilizado por alguns leitores após minha coluna da semana passada, em que critiquei a inexperiência de parte da nova equipe do MEC. É um pensamento que se assemelha à ladainha do “nunca antes na história desse país”, repetida à exaustão pelo ex-presidente Lula, mas usada agora com sinal invertido.

O problema principal dessa narrativa é que ela não corresponde aos fatos. No início da década de 80, o IBGE mostrava que 21% dos adultos brasileiros eram analfabetos e 35% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estavam fora da escola. Em 2017, esses percentuais caíram, respectivamente, para 7% e 4%.

Leia na íntegra: O Globo

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“Educação é transformar, libertar e fazer pensar ciência”, diz autora de tese premiada sobre letramento científico

 

JC Notícias – 21/01/2019

“Educação é transformar, libertar e fazer pensar ciência”, diz autora de tese premiada sobre letramento científico

Andriele Ferreira Muri comparou o resultado de avaliações de ensino entre Japão e Brasil para descobrir o que torna o país asiático um destaque no exame

Como o método de ensino de um país faz com que a população alcance o letramento científico? Por que o Japão se sai bem em provas de avaliação internacional de ensino de ciência e o Brasil apresenta resultados pífios?

Para entender as diferenças e semelhanças entre o ensino de ciências do Brasil e do Japão, a hoje doutora em educação Andriele Ferreira Muri foi atrás de dados. Ela analisou os resultados dos dois países no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) das edições voltadas a ciências (2006 e 2015), acompanhou como são dadas as aulas, e comparou políticas públicas.

Leia na íntegra: G1

No Enem, 1 a cada 4 alunos de classe média triunfa. Pobres são 1 a cada 600

 

 

Desigualdades educacionais resultam de desigualdades sociais

JC Notícias – 18/01/2019

No Enem, 1 a cada 4 alunos de classe média triunfa. Pobres são 1 a cada 600

Levantamento mostra que só 293 estudantes nas piores condições socioeconômicas possíveis obtiveram notas semelhantes a de alunos de escolas de elite no maior exame do País

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é a principal porta de entrada para o ensino superior do País. Todos os anos, milhões de candidatos participam da prova. Mas as condições de competição entre eles não são exatamente iguais.

Leia na íntegra: O Estado de S. Paulo

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ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO E MILITARIZAÇÃO DAS ESCOLAS: IMPLICAÇÕES

 

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO E MILITARIZAÇÃO DAS ESCOLAS: IMPLICAÇÕES

Profa. Dra. Enílvia Rocha Morato Soares

A escola constitui instância social que serve de base mediadora e articuladora de, pelo menos, dois tipos de projetos: de um lado, o projeto político de sociedade e, de outro, os projetos pessoais dos sujeitos envolvidos na educação (SEVERINO, 1998). A premissa de mediar e inter-relacionar diferentes projetos impõe considerar não só as condições subjetivas para o desenvolvimento do projeto escolar, mas também as condições objetivas que, embora não se dissociem das subjetivas, assumem particularidades que o condicionam e, muitas vezes, o determinam.

O privilégio de pesquisar em uma escola situada no interior de uma Unidade de Internação socioeducativa me oportunizou vivenciar uma realidade em que, as condições objetivas e subjetivas diferem das demais unidades de ensino em variados e diferentes aspectos. Um deles diz respeito à ostensiva vigilância exercida sobre os estudantes a fim de manter a ordem e a disciplina não só na escola, mas em toda a Unidade. O que se viu nesse espaço foi a sobreposição de medidas de segurança sobre as questões de cunho pedagógico, impedindo a escola de cumprir seu papel social que lhe cabe de ensinar a todos. Em outras palavras, mais importante que aprender, o esperado desses estudantes era um comportamento coerente com as normas pré e unilateralmente estabelecidas para serem acriticamente seguidas, sob ameaça de penalizações. Continue lendo “ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO E MILITARIZAÇÃO DAS ESCOLAS: IMPLICAÇÕES”

BNCC: entrevista na EPSJV

 

 

BNCC: entrevista na EPSJV

por Luiz Carlos de Freitas

A EPSJV entrevista Carlos Roberto Jamil Cury sobre a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio: “Era quase o apagar das luzes quando o governo Temer finalmente fechou um pacote de reformas na educação brasileira. Já estávamos em 4 de dezembro quando o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou a Base Nacional Comum Curricular do […]

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Luiz Carlos de Freitas | 11/01/2019 às 10:52 AM | Categorias: Assuntos gerais | URL: https://wp.me/p2YYSH-6JW

Projeto susta novas diretrizes curriculares do ensino médio

 

 

Novamente o ensino médio na berlinda

JC Notícias – 09/01/2019

Projeto susta novas diretrizes curriculares do ensino médio

O texto tramita na Câmara dos Deputados

O Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1094/18 susta novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do Ensino Médio. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

A Portaria 1.210/18 do Ministério da Educação (MEC), que a proposta quer acabar, homologou parecer da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação com as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, aprovadas em novembro de 2018.

O documento do MEC prevê, por exemplo, até 20% da carga horária do ensino médio possa ser feita na modalidade educação a distância (EaD), chegando a 30% no horário noturno. Para a Educação para Jovens e Adultos (EJA), o texto permite até 80% por EaD.

Ideologia de gênero
Segundo o deputado Diego Gacia (Pode-PR), autor do projeto, o documento do MEC prevê que as propostas pedagógicas para o ensino médio contemplem discussão de temas relativos a gênero, identidade de gênero e orientação sexual. “O termo gênero tem sido amplamente utilizado para desconstruir o significado do homem e da mulher”, disse. A teoria de gênero, de acordo com o deputado, não encontra respaldo científico e fere gravemente o direito sobre a educação moral dos pais sobre os filhos.

Garcia afirmou que o conteúdo é impróprio para estudantes do ensino médio e fere a Convenção Americana dos Direitos Humanos sobre o direito paterno de educar os filhos de acordo com suas próprias convicções.

Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, segue para o Plenário.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

 

Bolsonaro muda edital e passa a permitir erros e propagandas em livros didáticos

 

JC Notícias – 09/01/2019

Não será mais necessário que os materiais tenham referências bibliográficas

O governo de Jair Bolsonaro mudou em 2 janeiro o edital para os livros didáticos que serão entregues em 2020. Não será mais necessário que os materiais tenham referências bibliográficas. Também foi retirado o item que impedia publicidade e erros de revisão e impressão.

O Ministério da Educação (MEC) compra livros didáticos para todas as escolas públicas do País, o que garante o faturamento de muitas editoras. As mudanças foram feitas no programa cujos livros serão comprados para o ensino fundamental 2 (6º a 9º ano).

Veja o texto na íntegra: O Estado de S. Paulo

O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.

 

Leia também:

Folha de S. Paulo – Gestão Bolsonaro retira violência contra mulher e quilombo de edital de livros

 

1,6% das instituições de ensino superior têm nota máxima em avaliação do MEC

 

 

Onde está o problema?

JC Notícias – 19/12/2018

1,6% das instituições de ensino superior têm nota máxima em avaliação do MEC

De 2.066 universidades, faculdades e centros universitários que tiveram o Índice Geral de Cursos (IGC) divulgado nesta terça-feira, só 35 tiveram nota 5, e 278 ficaram com nota 1 ou 2, consideradas ‘insuficientes’

O Brasil tem mais de 2 mil instituições de ensino superior, mas só 35 (1,6%) delas conseguiram atingir o conceito máximo do Índice Geral de Cursos (IGC), segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta terça-feira (18). Por outro lado, 278 faculdades ficaram com conceitos abaixo do limite de qualidade estabelecido pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes).

O IGC, assim como os demais indicadores do Sinaes, classifica as instituições, cursos e estudantes universitários em uma escala de 1 a 5, sendo que a nota máxima é 5 e as notas 1 e 2 são consideradas “insuficientes”.

Veja o texto na íntegra: G1

Leia também:

UOL – Menos de 2% das universidades do país têm nota máxima em avaliação do Inep

Agência Brasil – Inep: quase 300 instituições têm “nota baixa” de qualidade