SBPC entrega ao CNE sugestões para a Base Curricular do Ensino Médio

 

JC Notícias – 17/09/2018

SBPC entrega ao CNE sugestões para a Base Curricular do Ensino Médio

 

O documento foi entregue pelo conselheiro da SBPC e professor da UFMG, Eduardo Mortimer, durante audiência pública na última sexta-feira (14), em Brasília

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), juntamente as diversas sociedades científicas, entregou o documento “A SBPC e a BNCC” ao Conselho Nacional de Educação (CNE), na última sexta-feira (14), durante a última audiência pública que discutiu a proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Médio. A reunião aconteceu na sede do Conselho, em Brasília, e contou com a participação do conselheiro da SBPC e professor da UFMG, Eduardo Mortimer, de integrantes do Ministério da Educação, de alunos, professores e dos mais diversos segmentos da sociedade brasileira ligados à educação, além dos conselheiros do CNE. Continue lendo “SBPC entrega ao CNE sugestões para a Base Curricular do Ensino Médio”

 

MARCAS DA AVALIAÇÃO

MARCAS DA AVALIAÇÃO

Profa. Dra. Enílvia Rocha Morato Soares

Segundo Villas Boas (2008), a avaliação deixa marcas. Resta a nós, educadores, definirmos que marcas queremos deixar em nossos estudantes. Inspirada pela pesquisadora, propus ao grupo de professores de uma escola pública, para a qual fui convidada para debater sobre a temática, o seguinte questionamento: ”A avaliação deixa marcas” (VILLAS BOAS, 2008). Que marcas a avaliação deixou em você? Continue lendo “MARCAS DA AVALIAÇÃO”

 

OBMEP chega aos alunos do 4º e 5º anos do Fundamental

 

Minhas reflexões sobre olimpíadas

Será que uma “competição” realizada por meio de uma prova com 20 questões consegue “estimular o estudo da Matemática, contribuir para a melhoria da qualidade da Educação Básica, identificar jovens talentos e promover a inclusão social”? O IMPA não poderia desenvolver ações junto aos cursos de licenciatura em Matemática e às secretarias de educação que atingissem professores e estudantes, de modo geral, sem a marca da competição, que promove algum tipo de exclusão? A educação básica clama por ações inovadoras que promovam as aprendizagens de todos os estudantes. O esforço dispendido em olimpíadas poderia ser dirigido a ações desse tipo.

Benigna Villas Boas

 

JC Notícias – 12/09/2018

OBMEP chega aos alunos do 4º e 5º anos do Fundamental

Impa divulga ampliação em parceria com secretarias municipais e estaduais

Maior competição científica do país, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) amplia seu alcance. A competição nacional que reúne 18,2 milhões de crianças e jovens chega, agora, aos alunos dos 4º e 5º anos do Ensino Fundamental de escolas públicas municipais, estaduais e federais.

Proposta pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Ministério da Educação (MEC), a iniciativa expande o potencial de participantes da OBMEP em mais 5,2 milhões de estudantes de 87 mil unidades de ensino. Com 20 questões objetivas, as provas serão aplicadas em 30 de outubro nas próprias escolas em todo o país. Continue lendo “OBMEP chega aos alunos do 4º e 5º anos do Fundamental”

 

Entrevista: riscos do IDEB

Entrevista: riscos do IDEB

por Luiz Carlos de Freitas

A aprendizagem dos alunos só pode ser avaliada considerando as condições “Em entrevista ao Portal EPSJV/Fiocruz, a coordenadora de políticas educacionais da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda, sugere olhar com cuidado para os números revelados pelo sistema de avaliação do MEC, uma vez que o Ideb não considera as desigualdades regionais nem […]

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Luiz Carlos de Freitas | 06/09/2018 às 5:23 PM | Categorias: Ideb, Links para pesquisas, Mendonça no Ministério, Prova Brasil, Responsabilização/accountability | URL: https://wp.me/p2YYSH-6yx

 

Quem pediu a opinião do INEP? – II

Quem pediu a opinião do INEP? – II

por Luiz Carlos de Freitas

Novamente o INEP sai de sua posição de avaliador da educação nacional, para passar à de supremo formulador de políticas públicas. E o faz de maneira a mostrar um grande atraso no entendimento do que seja um processo de avaliação de larga escala da educação nacional. Não é o INEP quem deve dizer a estados e municípios o que fazer com os números da avaliação divulgados – cada um deles tem sua própria política educacional. Basta lermos a divulgação que ele faz hoje (3-9-18) dos dados do IDEB, para que nos lembremos da falida lei No Child Left Behind americana, que inaugurou nos idos de 2002 a igualmente falida era da responsabilização verticalizada nos Estados Unidos. Em 2005, Reynaldo Fernandes, encantado com aquela lei, implantava a avaliação censitária no SAEB e o IDEB. Em seu “press release” o INEP diz hoje: “Um bom sistema de indicadores educacionais permite uma avaliação mais fundamentada das escolas e dos sistemas educacionais, visando a garantia do direito à educação, e favorece que os diferentes atores envolvidos possam promover ações que resultem na melhoria da qualidade da educação: Em seguida, o comunicado passa a elencar quem são os atores envolvidos: (1) Os beneficiários (pais e alunos) e […]

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Luiz Carlos de Freitas | 03/09/2018 às 11:57 PM | Categorias: Ideb, Mendonça no Ministério, Meritocracia, Prova Brasil, Responsabilização/accountability | URL: https://wp.me/p2YYSH-6xM

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Ideb tem pequeno avanço no ensino médio, mas segue abaixo da meta

Ensino médio na berlinda

JC Notícias – 03/09/2018

Ideb tem pequeno avanço no ensino médio, mas segue abaixo da meta

 

Nenhum estado cumpre meta de qualidade no ensino médio, mostra Ideb 2017

A meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) estabelecida para 2017 foi cumprida apenas nos anos iniciais do ensino fundamental, etapa que vai do 1º ao 5º ano. A etapa alcançou 5,8 (em uma escala que vai de 0 a 10), quando a meta estipulada era de 5,5.

No ensino médio, etapa mais crítica, o índice avançou 0,1 ponto, após ficar estagnado por três divulgações seguidas, chegando a 3,8. A meta para 2017 era 4,7. Continue lendo “Ideb tem pequeno avanço no ensino médio, mas segue abaixo da meta”

 

Só nove estados crescem em português e matemática no ensino médio

O governo faz um diagnóstico acertado, mas lança mão do remédio precário, afirma o professor Carrano, da Universidade Federal Fluminense, referindo-se à reforma do ensino médio.

JC Notícias – 30/08/2018

Só nove estados crescem em português e matemática no ensino médio

Notas ainda são distantes do adequado, mostra avaliação federal; ES se destaca

Somente 9 das 27 redes estaduais do país conseguiram no ano passado que seus alunos do ensino médio melhorassem os desempenhos em matemática e português na principal avaliação federal. São eles: Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais, Acre, Ceará, Tocantins, Sergipe e Alagoas.

Ainda assim, todas essas redes permaneceram em patamares distantes do adequado na etapa, considerada hoje um dos principais desafios da educação básica do país.

Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo

O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.

 

 

Para especialistas, Brasil deve aprender com experiências bem sucedidas de alguns estados

O ensino médio está sendo considerado a etapa mais crítica da educação brasileira porque o MEC luta para que o CNE aprove a reforma proposta. O que os dados do SAEB mostram não é novidade. Se a situação está assim posta, é urgente analisar o que está ocorrendo no ensino fundamental, porque dele provêm os estudantes do ensino médio. O ministro da Educação afirmou: o ensino médio está “absolutamente falido”. O ensino fundamental não se apresenta em situação melhor. Tudo isso precisa ser analisado de forma contextualizada.

JC Notícias – 31/08/2018

Para especialistas, Brasil deve aprender com experiências bem sucedidas de alguns estados

Dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica mostram cenário caótico no ensino médio

A divulgação das notas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), nesta quinta-feira, trouxe más notícias para a educação brasileira. Com poucos avanços nos anos finais do ensino fundamental e médio e altos índices de aprendizado insuficiente, os dados do Saeb acenderam mais uma vez um alerta na área. Especialistas consultados pelo GLOBO defendem que o Brasil precisa valorizar e aprender com experiências de sucesso de alguns estados. Eles citam que, em geral, redes que apresentaram algum tipo avanço no desempenho apostam em ensino integral, participação da comunidade e da família na escola e gestão qualificada.

Até 2017, essa etapa do Saeb era conhecida como Prova Brasil e avaliava de maneira censitária alunos do 5º e do 9º anos do ensino fundamental, e do 3º ano do ensino médio nas disciplinas de português e matemática. No próximo ciclo, além dessas disciplinas, os estudantes do 9º ano também terão avaliações de Ciências da Natureza e Ciências Humanas. As notas no Saeb juntamente com dados de aprovação, reprovação e abandono compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Em 2017, foram avaliados cerca de 5,4 milhões de estudantes em todo país.

Veja o texto na íntegra: O Globo

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BNCC: quem pediu a opinião do INEP?

 

BNCC: quem pediu a opinião do INEP?

por Luiz Carlos de Freitas, no blog do Freitas, em 30/08/2018

Saíram, em parte, os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica Brasileira – SAEB – vulgo Prova Brasil. Sobre isso voltaremos oportunamente. Mas, o que chama a atenção, neste momento, é outro ponto. Não bastasse a recente censura a pesquisadores do INEP que apresentavam propostas mais avançadas do que as praticadas atualmente, agora o INEP, um órgão que deveria ser de Estado, passa a ser apêndice de divulgação das políticas de governo. Novamente a credibilidade do órgão é atingida. Não temos relatório decente sobre os resultados do SAEB de longa data. O que temos nestes momentos é um “press release” que a direção do INEP prepara para o Ministro da Educação divulgar ante a imprensa. Chamo de relatório decente a divulgação do NAEP americano, por exemplo. Desta vez, avançaram o sinal. O “press release” vergonhosamente assume a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio (e por tabela, assume a Reforma do Ensino Médio) que é um assunto que não tem nenhuma relação com o trabalho específico do INEP – um órgão que deve ser imparcialmente dedicado à avaliação da educação nacional – principalmente depois que foi convertido em central de avaliação. No “press release” pode-se ler em tom panfletário: […]

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Luiz Carlos de Freitas | 30/08/2018 às 6:17 PM | Tags: BNCC, Produzindo crises | Categorias: Mendonça no Ministério, Prova Brasil, Responsabilização/accountability | URL: https://wp.me/p2YYSH-6xB