Homens se acham melhores em ciência – mesmo quando não são…

JC Notícias – 09/05/2018

Homens se acham melhores em ciência – mesmo quando não são…

…enquanto isso, mulheres subestimam suas aptidões acadêmicas. Será que o ambiente opressor nos faz pensar assim ou pensar assim torna o ambiente opressor?

O meio científico ainda é um lugar hostil para mulheres. Elas ocupam menos espaço e têm menos oportunidades. Isso ocorre até no nosso imaginário – quando se pensa em cientista, o que vem à sua mente? O estereótipo é um homem (branco) de jaleco, cabelos desgrenhados, excêntrico, em meio a cálculos indecifráveis para o cidadão médio. Faça outro teste, pense em uma cientista mulher que você conheça – se responder Marie Curie, acredite, já está melhor que a maioria da população. Uma pesquisa da Universidade do Estado do Arizona mostrou como essa imagem construída em nossas mentes influencia a autoestima de estudantes.

Leia na íntegra: Superinteressante

Observação: será que a avaliação opressora a que costumam se submeter estudantes da educação básica e das universidades contribui para essa percepção? Principalmente a avaliação informal pode ser a grande responsável pela construção da autoestima. O fato de os estudantes serem os mais convocados do que as estudantes, como auxiliares dos professores, faz parte do processo avaliativo mais amplo. Contudo, estudos sobre avaliação ainda engatinham.

 

O mercado da educação

JC Notícias – 08/05/2018

O mercado da educação

Artigo de Nelson Pretto, professor da Faculdade de Educação da UFBA e conselheiro da SBPC

É impressionante o avanço do setor empresarial na esfera educacional. As últimas semanas foram cheias de movimentações a partir da compra da Somos pela Kroton, formalizada pela Saber, seu braço empresarial que se dedica à educação básica. Um movimento de R$4,5 bilhões, reforçando a consolidação dessas empresas de educação. Continue lendo “O mercado da educação”

 

A APRENDIZAGEM DA AVALIAÇÃO EM SEUS TRÊS NÍVEIS EM UM CURSO DE LICENCIATURA DE UM INSTITUTO FEDERAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES

Tese de doutorado

Bruna Lourenção Zocaratto

2018

Faculdade de Educação da UnB

A APRENDIZAGEM DA AVALIAÇÃO EM SEUS TRÊS NÍVEIS EM UM CURSO DE LICENCIATURA DE UM INSTITUTO FEDERAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES

 Resumo

 Com a expansão da formação de professores para a Educação Básica na década de 90 e, com base no relatório do Ministério da Educação, “Escassez de Professores no Ensino Médio: propostas estruturais e emergenciais”, de 2007, os IFs integraram o movimento expansionista, dedicando 20% das vagas a cursos de licenciatura, bem como criando programas especiais de formação pedagógica, sobretudo nas áreas de Ciências e Matemática, e para a educação profissional, sem, entretanto, haver um engessamento dessa oferta. Continue lendo “A APRENDIZAGEM DA AVALIAÇÃO EM SEUS TRÊS NÍVEIS EM UM CURSO DE LICENCIATURA DE UM INSTITUTO FEDERAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES”

 

A matemática deve estar sempre presente

JC – Notícias – 04/05/2018

A matemática deve estar sempre presente

Para que a matemática esteja ao alcance de todos os estudantes, torna-se necessário que a formação dos professores assim a considere. As atividades avaliativas costumam ser ameaçadoras. Por quê? Este é um tema que merece ampla discussão nos cursos formadores de professores. A reportagem abaixo relata como o diretor do Impa tomou gosto por ela desde cedo, incentivado por sua mãe. Certamente seus professores lhe deram, e a seus colegas, muitas e enriquecedoras oportunidades. Continue lendo “A matemática deve estar sempre presente”

 

O PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA: LIMITES E RETROCESSOS

O PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA: LIMITES E RETROCESSOS

Profa. Dra. Sílvia Lúcia Soares

O Programa que trata da Residência Pedagógica (PRP) e da suposta modernização do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) nos editais capes n. 6 e 7/2018, no contexto da formação de professores da educação básica, reforça, mais uma vez, o autoritarismo e o centralismo característico das políticas neoliberais, como também o caráter personalístico dos gestores que ocupam atualmente cargos no Ministério da Educação (MEC). Continue lendo “O PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA: LIMITES E RETROCESSOS”

 

Financiamento parcial do BIRD para o “Projeto de Apoio à Implementação do Novo Ensino Médio”

Financiamento parcial do BIRD para o “Projeto de Apoio à Implementação do Novo Ensino Médio”

SENADO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº 4, DE 17 DE ABRIL DE 2018

SENADO FEDERAL

Faço saber que o Senado Federal aprovou, e eu, Cássio Cunha Lima, Primeiro Vice-Presidente, no exercício da Presidência, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo a seguinte:

DOU de 18/04/2018 (nº 74, Seção 1, pág. 7)

Autoriza a República Federativa do Brasil a contratar operação de crédito externo com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) no valor de até US$ 250.000.000,00 (duzentos e cinquenta milhões de dólares dos Estados Unidos da América). Continue lendo “Financiamento parcial do BIRD para o “Projeto de Apoio à Implementação do Novo Ensino Médio””

 

Por que a Alemanha decide quais crianças aos 10 anos são aptas para ir à universidade

 

JC Notícias – 24/04/2018

Por que a Alemanha decide quais crianças aos 10 anos são aptas para ir à universidade

Modelo educacional do país suscita polêmica entre especialistas. Seus defensores apresentam dados para endossar o sucesso

No sistema educacional alemão, quando as crianças completam 11 anos são divididas em três grupos em função de suas notas e velocidade de aprendizagem. Os que contam com melhores resultados acadêmicos continuam sua formação no gymnasium, que os conduz ao segundo grau e os prepara para o exame de acesso à universidade. Os demais são preparados para profissões mais técnicas. “Avaliamos se têm iniciativa própria ou se precisam receber orientações. Aos 10 anos não são de todo maduros e é uma decisão complicada”, explica Detlev Flottmann, diretor da escola pública Astrid Lindgren, na localidade de Marienfeld, a duas horas de Düsseldorf. Flottmann considera que o ideal seria que todos permanecessem juntos até os 16 anos para que os mais inteligentes motivassem os retardatários. Mas os “bons” relaxariam e não chegariam aos níveis de excelência requeridos, afirma.

Leia na íntegra: El País Brasil

 

 

Estudo do Ipea é frágil como evidência de que a inclusão de sociologia e filosofia causou queda no desempenho em matemática

JC Notícias – 23/04/2018

Sociologia e Filosofia

Estudo do Ipea é frágil como evidência de que inclusão dessas disciplinas causou queda no desempenho em matemática

Na semana passada, um dos assuntos mais comentados entre educadores foi um estudo do Ipea concluindo que a inclusão em 2009 das disciplinas de Sociologia e Filosofia no currículo do ensino médio levou a uma queda no desempenho dos alunos em Matemática. A pesquisa – de Thais Niquito e Adolfo Sachsida – foi antecipada pelo jornal Folha de S. Paulo, mas ainda não foi divulgada no site do Ipea. Mesmo assim, já provocou reação de educadores que atacavam suas conclusões ou mostravam ceticismo quanto a metodologia usada para chegarem a uma conclusão tão forte.

 

Leia na íntegra a coluna de Antônio Góis para O Globo