Mantendo laços entre a formação inicial e a atuação dos professores da educação básica

Mantendo laços entre a formação inicial e a atuação dos professores da educação básica

Manter relacionamento profissional entre os professores formadores e os docentes da educação básica que foram seus estudantes dá vigor ao trabalho de ambos. É uma maneira salutar de não romper laços e de dar dinamismo e atualidade ao trabalho universitário. Por outro lado, os professores da educação básica se mantêm em dia com pesquisas e estudos sobre sua área de atuação. Continue lendo “Mantendo laços entre a formação inicial e a atuação dos professores da educação básica”

 

Expansão desigual

Expansão desigual

A revista Pesquisa FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), de fevereiro de 2018, apresenta o artigo “Expansão desigual”, em que discute que a “ampliação do acesso à educação básica foi acompanhada pelo aumento das diferenças na aprendizagem, prejudicando alunos pretos, pardos e de nível socioeconômico baixo”. Continue lendo “Expansão desigual”

 

Profissão professor: quando formação docente e realidade escolar não dialogam

JC Notícias – 15/02/2018

Profissão professor: quando formação docente e realidade escolar não dialogam

Para especialistas, mudança passa por melhores estágios e valorização da carreira

“Formar com qualidade professores para as redes públicas de ensino é um dos grandes gargalos da Educação brasileira. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aproximadamente 24% dos docentes do sistema público não tinham formação superior em 2015. Esse patamar está muito longe da meta 15 do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê a universalização da Educação Superior dos profissionais que ensinam as crianças e jovens brasileiros em seis anos. Continue lendo “Profissão professor: quando formação docente e realidade escolar não dialogam”

 

Será o IDEB assim tão confiável?

 

Será o IDEB assim tão confiável?

“JC Notícias – 16/02/2018

Queda do Ideb poderá levar à rejeição de contas do Poder Executivo

Segundo a proposta, a queda do Ideb entre duas pesquisas será caracterizada como “retrocesso educacional”

A queda do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) entre duas pesquisas consecutivas poderá sujeitar o chefe do Poder Executivo (presidente da República, governador ou prefeito) à rejeição das contas prestadas por exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/00). Continue lendo “Será o IDEB assim tão confiável?”

 

A AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS, INSTITUCIONAL E EM LARGA ESCALA EM CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: LIMITES E POSSIBILIDADES DE INTERLOCUÇÃO

A AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS, INSTITUCIONAL E EM LARGA ESCALA EM CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: LIMITES E POSSIBILIDADES DE INTERLOCUÇÃO

 Tese de doutorado defendida por Sílvia Lúcia Soares em novembro de 2014, no Programa de Pós-graduação em Educação da UnB

Orientadora: Profa. Dra. Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Objetivo geral

Analisar como estão sendo formados os estudantes de cursos de Licenciaturas (Letras, Matemática e Pedagogia) para desenvolverem os três níveis de avaliação – para as aprendizagens, institucional e em larga escala. Continue lendo “A AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS, INSTITUCIONAL E EM LARGA ESCALA EM CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: LIMITES E POSSIBILIDADES DE INTERLOCUÇÃO”

 

A avaliação em contexto socioeducativo: perspectivas e desafios na escolarização de jovens em conflito com a lei

A avaliação em contexto socioeducativo: perspectivas e desafios na escolarização de jovens em conflito com a lei

 

Tese de doutorado defendida por Enílvia Rocha Morato Soares no Programa de Pós-graduação em Educação, da UnB, no dia 05/12/2017

Orientadora: profa. Dra. Benigna Maria de Freitas Villas Boas

Objetivo geral

O principal objetivo foi analisar a avaliação como componente do trabalho pedagógico organizado e desenvolvido em um Núcleo de Ensino situado no interior de uma Unidade de Internação Socioeducativa – UIS – do Distrito Federal, bem como as implicações das práticas avaliativas desenvolvidas nesse contexto para as aprendizagens dos socioeducandos e de todo o Núcleo de Ensino. Continue lendo “A avaliação em contexto socioeducativo: perspectivas e desafios na escolarização de jovens em conflito com a lei”

 

Todas as crianças podem aprender?

Blog do Freitas

 Todas as crianças podem aprender?

Publicado em 02/01/2018 por Luiz Carlos de Freitas

Esta é a típica questão equivocada que a reforma introduziu para o público em geral com a finalidade de legitimar-se. Quando colocada nos meios educacionais profissionais, é respondida positivamente e não produz grandes polêmicas. É pensamento consolidado neste campo de estudo. A questão é introduzida como polêmica pela reforma empresarial da educação que, alegando falar em nome das crianças mais pobres, usualmente com maior dificuldade para aprender, insiste em polemizar com a finalidade de culpar a escola e seus profissionais pela não aprendizagem destas, tentando com isso justificar sua política educacional de controle sobre a escola. A escola está sendo intensamente disputada. Continue lendo “Todas as crianças podem aprender?”

 

Mensagem de final de ano

Mensagem de final de ano

Ao mesmo tempo em que nós, equipe do GEPA, desejamos aos nossos amigos, seguidores deste blog, que o ano de 2018 lhes proporcione paz, saúde, realizações e alegrias, queremos convidá-los a se unirem a nós em busca de práticas avaliativas alinhadas à conquista de aprendizagens por todos os estudantes. Que venha 2018 com muitas oportunidades de avanços no campo da avaliação.

 

IBGE: 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos não frequentam escolas no País

JC notícias – 24/12/2017

IBGE: 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos não frequentam escolas no País

As razões mais frequentes para não estarem estudando foram por motivo de trabalho, seja porque trabalhava, estava procurando trabalho ou conseguiu trabalho que iria começar em breve (41%); não tinha interesse em continuar os estudos (19,7%); ou por ter que cuidar dos afazeres domésticos ou de criança, adolescente, idosos ou pessoa com necessidades especiais (12,8%)

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) 2016 divulgada hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos de idade não frequentavam escola, cursos pré-vestibular, técnico de nível médio ou de qualificação profissional no ano passado.

As razões mais frequentes para não estarem estudando foram por motivo de trabalho, seja porque trabalhava, estava procurando trabalho ou conseguiu trabalho que iria começar em breve (41%); não tinha interesse em continuar os estudos (19,7%); e por ter que cuidar dos afazeres domésticos ou de criança, adolescente, idosos ou pessoa com necessidades especiais (12,8%).

Os motivos relacionados ao mercado de trabalho para não ir à escola foram mais frequentes entre os homens (50,5%). Além disso, entre eles, 24,1% disseram não ter interesse, e 8,2% já tinham concluído o nível de estudo que desejavam.

Para as mulheres, o motivo relacionado a trabalho para não estudar também foi o mais frequente (30,5%); 26,1% delas alegaram ter que cuidar dos afazeres domésticos ou de criança, adolescente, idosos ou pessoa com necessidades especiais, proporção 30 vezes superior à observada entre os homens; e 14,9% não tinham interesse.

No Brasil, em 2016, havia 51,6 milhões de pessoas de 14 a 29 anos de idade. Desse total, 13,3% estavam ocupadas e estudavam; 20,5% não trabalhavam e não estudavam; 32,7% não trabalhavam, mas estudavam e 33,4% estavam ocupadas e não estudavam.

Entre os homens nesse grupo etário, 14,7% não trabalhavam nem estudavam. No caso das mulheres, esse percentual chegou a 26,4%. Em relação à cor ou raça, a maior diferença entre os grupos foi estimada para as pessoas que não trabalhavam nem estudavam: 16,6% para as de cor branca e 23,3% para as pretas ou pardas.

Educação profissional

Em 2016, entre os 8 milhões de estudantes do ensino superior de graduação no Brasil, 842 mil frequentavam cursos tecnológicos, o que corresponde a 10,5% do total de alunos do ensino superior. A graduação tecnológica tem enfoque específico em uma área profissional, duração de 2 a 3 anos, e sua conclusão confere diploma de tecnólogo.

Em relação ao curso técnico de nível médio, 2,1 milhões cursavam essa modalidade de educação profissional destinada aos estudantes de ensino médio ou às pessoas que já o tinham concluído.

Em 2016, entre as 75,3 milhões de pessoas de 14 anos ou mais de idade que estudavam na Alfabetização de Jovens e Adultos ou no ensino fundamental e aquelas que fizeram, no máximo, o ensino fundamental (ou equivalente), 0,8% estavam frequentando curso de qualificação profissional, o que equivale a 568 mil pessoas.

Cerca de 15,8 milhões de pessoas de 14 anos ou mais de idade já haviam frequentado, em algum momento, algum curso de qualificação profissional, modalidade mais acessível da educação profissional, composta de diversos cursos que visam a capacitar o indivíduo para o trabalho em uma determinada ocupação sem, porém, aumentar seu nível de escolaridade.

Agência Brasil

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