Alunos repetem de ano mais de uma vez na maioria dos municípios do País

JG – Notícias – 02/04/2018

Alunos repetem de ano mais de uma vez na maioria dos municípios do País

Resultado de estudo vai contra o senso comum de que não se reprova mais nas escolas públicas brasileiras

Em mais de 70% das cidades brasileiras, no mínimo um em cada quatro alunos cursa o 1.º ano do ensino médio com muito atraso. Eles começam essa etapa com 17 anos em vez de 15, a idade correta. Isso acontece basicamente porque os jovens repetiram de ano pelo menos duas vezes ao longo da vida escolar.

Leia na íntegra: Época Negócios

 

 

Capes e Governo do RS assinam acordo para levar estudantes de engenharia a escolas públicas estaduais

JC Notícias – 27/03/2018

Capes e Governo do RS assinam acordo para levar estudantes de engenharia a escolas públicas estaduais

A partir da parceria com dez universidades da região, pretende-se elaborar projetos elétricos para posterior reforma das escolas estaduais

Com objetivo de aproximar escolas públicas estaduais com estruturas físicas comprometidas e instituições de ensino com estudantes de engenharia que necessitam de prática profissional, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) assinou na manhã desta segunda-feira, 26, um memorando de entendimento com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul e instituições de ensino superior com cursos de engenharia. A cerimônia aconteceu no Salão Azul do Palácio do Piratini, em Porto Alegre. Continue lendo “Capes e Governo do RS assinam acordo para levar estudantes de engenharia a escolas públicas estaduais”

 

Defasagem escolar atinge 37% dos jovens de 17 anos no Brasil

JC Notícias – 26/03/2018

Defasagem escolar atinge 37% dos jovens de 17 anos no Brasil

 

Estado do Rio tem os piores indicadores de atraso no Sudeste, de acordo com dados do Censo Escolar, informa o colunista do Globo, Antônio Gois

No ano passado, mais de um terço (37%) dos jovens de 17 anos matriculados na escola estava cursando uma série não adequada para sua idade. A defasagem idade-ano ainda é um problema sério no Brasil, mas já foi pior: em 2007, era quase a metade (49%) dos estudantes nessa faixa etária que ainda estava matriculada no ensino fundamental ou no 1o ano do médio, quando deveria estar já no 3o ano.

Estas contas foram feitas com dados do Censo Escolar, do MEC, pela pesquisadora Mariana Leite, do IDados. Foram tabulados também indicadores por estado. As piores taxas são de unidades da Federação no Norte e Nordeste, mas o Rio de Janeiro aparece também como destaque negativo, por ser o pior do Sudeste neste indicador. Aos 17 anos de idade, 39% dos estudantes fluminenses estão fora da série recomendada. Em São Paulo, são apenas 15%, em Minas, 30%, e no Espírito Santo, 36%.

Leia na íntegra: O Globo

 

 

Comitê Nacional de Implementação da BNCC

 

Diário Oficial da União

Publicado em: 23/03/2018 | Edição: 57 | Seção: 1 | Página: 13

Órgão: Ministério da Educação / Gabinete do Ministro

Cria o Comitê Nacional de Implementação da Base Nacional Comum Curricular – BNCC, instituída pela Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, do Conselho Nacional de Educação.

PORTARIA Nº 268, DE 22 DE MARÇO DE 2018

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 210 da Constituição e na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, resolve:

Art. 1º Fica instituído o Comitê Nacional de Implementação da Base Nacional Comum Curricular – BNCC, doravante denominado Comitê de Implementação, para acompanhar o processo de implementação da BNCC e orientar os esforços dos órgãos públicos, nos níveis federal, estadual e municipal, para apoiar esse processo. Continue lendo “Comitê Nacional de Implementação da BNCC”

 

Comentários jocosos sobre reunião entre pais e mestres

Comentários jocosos sobre reunião entre pais e mestres

Hoje, 21 de março de 2018, enquanto dirigia, ouvi em uma estação de rádio uma conversa entre profissionais que, entre risos e piadas, comentavam temas diversos. De repente, um deles, jocosamente, descreveu uma reunião entre pais e mestres na escola de seu filho, a que ele compareceu recentemente. Iniciou dizendo que, no seu tempo como estudante, as reuniões aconteciam assim: a professora ficava sentada e uma fila de pais era formada para conversar com ela. Hoje tudo mudou, disse. A reunião em que se fez presente (a palavra participar ou participação não foi mencionada) foi realizada com os pais sentados na sala de aula. Sobre uma parede estavam afixados “adjetivos” tais como: corajoso, companheiro e outros que não consegui memorizar. A professora pediu que cada pai (a palavra “mãe” não foi dita) retirasse o adjetivo que mais se aproximasse da maneira como ele se via como pai e justificasse sua escolha em voz alta. Tudo isso foi falado entre risos. Tive a impressão de que ele não se sentiu bem nessa situação. A conversa terminou aí. Continue lendo “Comentários jocosos sobre reunião entre pais e mestres”

 

Nas escolas de SP, quase metade acredita que há “trabalhos só de homens”

JC Notícias – 19/03/2018

Nas escolas de SP, quase metade acredita que há “trabalhos só de homens”

Pesquisa da Fundação Carlos Chagas com alunos e professores da rede pública mostra como os estereótipos de gênero ainda estão presentes na escola

Uma pesquisa realizada em escolas públicas de Ensino Médio de São Paulo aponta que os estereótipos de gênero ainda estão bastante presentes na educação. Dos cerca de 1.000 estudantes e professores entrevistados, 45,7% deles disseram acreditar que há certos trabalhos que devem ser realizados só por homens, 60,8% que as mulheres precisam prestar atenção ao tipo de roupa que usam para ir a determinados lugares e 35,6% que a mulher é mais capacitada para o trabalho doméstico do que os homens. Quase três em cada dez também afirmam que em uma profissão exercida por uma maioria de homens, dificilmente uma mulher será bem-sucedida, mesmo sendo muito competente.

Leia na íntegra: El País Brasil

 

 

A arquitetura escolar e seu papel no aprendizado

JC Notícias – 27/02/2018

A arquitetura escolar e seu papel no aprendizado

“Para professora da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, o espaço físico da escola funciona como um “terceiro professor”, influenciando a forma como as pessoas convivem e estimulando o ensino.

Como a arquitetura e a organização física de uma escola podem influenciar o aprendizado dos alunos? Segundo Doris Kowaltowski, professora da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, o ambiente escolar funciona como o “terceiro professor”. O espaço físico influencia a forma como as pessoas convivem nele e também estimula e facilita o ensino. Para Doris, o projeto arquitetônico deve dialogar com a pedagogia da escola e a construção deve ser feita em parceria com a comunidade escolar”.

Leia na íntegra: O Estado de S. Paulo

A professora tem razão. Esse fato demonstra a necessidade de diálogo entre professores e estudantes de cursos de Arquitetura e professores da Educação Básica, assim como professores que atuam em cursos de licenciatura. Arquitetos não podem projetar a escola dos seus sonhos, mas a escola que atenda cada realidade e contexto.

 

 

Sem professores qualificados e bem remunerados que educação de qualidade teremos?

JC Notícias – 27/02/2018

Sem professores qualificados e bem remunerados que educação de qualidade teremos?

“A pequena estima que a sociedade tem à escola pública é outra causa importante de sua depreciação social, segundo a própria OCDE, junto com a desvalorização salarial dos trabalhadores de educação”, aponta Zacarias Gama, professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, em artigo para Carta Capital. Continue lendo “Sem professores qualificados e bem remunerados que educação de qualidade teremos?”